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    <title>Artigos e Notícias do mercado da Carne</title>
    <link>https://www.pecbr.com.br</link>
    <description>Artigos e Notícias PecBR para ajudar produtores, frigorífico e varejo com informações técnicas</description>
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      <title>Artigos e Notícias do mercado da Carne</title>
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      <link>https://www.pecbr.com.br</link>
    </image>
    <item>
      <title>IMAGINA SUA EMPRESA CRESCER +40% EM UM ANO?</title>
      <link>https://www.pecbr.com.br/imagina-sua-empresa-crescer-40-em-um-ano</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           IMAGINA SUA EMPRESA CRESCER +40% EM UM ANO?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/FOTO+PARA+O+SITE.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em 2025, o Brasil bateu recorde de exportação de carne bovina. Segundo os dados Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), foram o 3,50 milhões de toneladas, um incremento de 20,9% em relação ao ano anterior. Já volume exportado movimentou US$ 18,03 bilhões, cerca de 40,1% a mais do que o faturado em 2024.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           As exportações brasileiras de carne bovina alcançaram mais de 170 países, considerando todas as categorias de produtos, como carne in natura, industrializados, miúdos, tripas, gorduras e itens salgados. Esse amplo alcance internacional reflete a diversificação dos mercados e o fortalecimento da presença do Brasil no cenário global.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dentro desse contexto, a carne bovina in natura se destacou como o principal produto exportado, somando 3,09 milhões de toneladas. O volume representa um crescimento de 21,4% em relação ao ano anterior e resultou em uma receita de US$ 16,61 bilhões.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
            
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
            Na comparação com 2024, as exportações brasileiras de carne bovina apresentaram crescimento na maior parte dos principais mercados. Destacam-se os avanços para a União Europeia, com alta de 132,8%, e para o Chile, que registrou aumento de 29,8%. A China ampliou suas compras em 22,8%, enquanto os Estados Unidos tiveram crescimento de 18,3%. Também chamam atenção os aumentos expressivos em mercados como Argélia (+292,6%), Egito (+222,5%) e Emirados Árabes Unidos (+176,1%).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse desempenho acompanha a distribuição dos principais destinos em 2025, liderada pela China, responsável por 48% do volume total exportado. O país importou 1,68 milhão de toneladas, somando US$ 8,90 bilhões. Na sequência, aparecem os Estados Unidos, com 271,8 mil toneladas e US$ 1,64 bilhão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outros mercados relevantes incluem Chile (136,3 mil toneladas; US$ 754,5 milhões), União Europeia (128,9 mil toneladas; US$ 1,06 bilhão), Rússia (126,4 mil toneladas; US$ 537,1 milhões) e México (118 mil toneladas; US$ 645,4 milhões), reforçando a diversificação dos destinos da carne bovina brasileira.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
            
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
            
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
            
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/IMAGINNA+SUA+EMPRESA+%285%29.png" length="3478561" type="image/png" />
      <pubDate>Thu, 02 Apr 2026 20:22:24 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Como Proteger o Gado no Inverno e Evitar Mortes por Hipotermia</title>
      <link>https://www.pecbr.com.br/my-posta78071d3</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O inverno em Mato Grosso do Sul tem sido um período crítico para a pecuária, com registros significativos de mortes de bovinos por hipotermia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/mortes+animais+2.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Foto: Iagro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           &amp;#55357;&amp;#56522; Histórico de Mortes por Hipotermia em 2024
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo a Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), de janeiro a agosto de 2024, foram registradas 541 mortes de gado por hipotermia no estado. Somente durante uma frente fria em agosto, 451 animais morreram devido às baixas temperaturas, com destaque para os municípios de Campo Grande, Terenos, Jaraguari, Aquidauana e Miranda.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse número representa uma redução em relação a 2023, quando foram contabilizadas 2.660 mortes de bovinos por frio.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           ❄️ Fatores que Contribuem para a Hipotermia
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A hipotermia em bovinos ocorre quando há uma queda brusca de temperatura, especialmente se acompanhada de chuva e vento. Animais mal nutridos, jovens ou sem acesso a abrigos naturais são mais suscetíveis. A Embrapa destaca que a má nutrição é um fator agravante, pois animais com baixa condição corporal têm menor capacidade de manter a temperatura corporal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/gado-morte-hipotermia07.jpeg.webp"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Foto: Globo Rural
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           &amp;#55357;&amp;#57057;️ Medidas Preventivas
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para proteger o rebanho durante o inverno, os produtores devem adotar as seguintes práticas:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Monitoramento Climático
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : Acompanhar previsões meteorológicas para antecipar frentes frias.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Nutrição Adequada
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : Manter os animais bem alimentados, com suplementação de sal proteinado ou mistura múltipla, especialmente durante a seca, para garantir reservas energéticas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Abrigos Naturais
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : Utilizar áreas com vegetação densa, como bosques ou capões, para proteger os animais do vento e da umidade.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Evitar Estresse
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : Minimizar manejos estressantes, como desmame ou transporte, durante períodos de frio intenso.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Acesso à Água
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : Garantir que os animais tenham acesso a água limpa e não gelada, pois a ingestão de água muito fria pode afetar a digestão e a saúde geral.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Image_fx+%286%29.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Imagem: criada por inteligência artificial
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Adotar essas medidas é essencial para reduzir as perdas no rebanho durante o inverno e garantir o bem-estar dos animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Se interessa por esse e mais assuntos relacionados à produção de Carne Bovina?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Conheça o CARCAÇA EXPERIENCE, curso completo em Acompanhamento técnico de abates e venda de Carcaças, esse ano com um módulo de Cortes de Carne!
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Aprenda com quem é referência no mercado!
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Pecbr+-+Acompanhamento+t%C3%A9cnico+de+abates+e+Certificadora+%281%29.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/gado+no+inverno.png" length="1821131" type="image/png" />
      <pubDate>Fri, 23 May 2025 16:34:00 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>10 anos de PecBR</title>
      <link>https://www.pecbr.com.br/10-anos-de-pecbr</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           PECBR: Uma História de Paixão pela Pecuária Brasileira
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/foto-1.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há quase uma década, em 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           2015
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , nascia a 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           PECBR
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            – não apenas como uma empresa, mas como um 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           sonho coletivo
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Um sonho de transformar a pecuária brasileira em algo maior: mais 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           justa
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , mais 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           transparente
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            e, acima de tudo, mais 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           rentável
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            para quem trabalha dia e noite no campo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Começo: Uma Missão que Nasceu no Coração do Agro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tudo começou com um propósito simples, mas poderoso: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           valorizar o produtor rural
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Os fundadores da PECBR, profundamente conectados com as dores e desafios da pecuária, enxergaram uma oportunidade de mudar a realidade do setor. Eles sabiam que o Brasil tinha um potencial imenso, mas que muitas vezes, os pecuaristas não conseguiam ver seu trabalho justamente recompensado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Foi assim que a PECBR deu seus primeiros passos – 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           ouvindo o campo, entendendo as necessidades dos frigoríficos e construindo pontes entre eles
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Não era apenas sobre negócios; era sobre 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           criar relações de confiança
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            que durariam para sempre.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           10 Anos de Conquistas: Do Brasil à Bolívia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De lá para cá, a jornada foi de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           muita luta, mas também de muitas vitórias
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . A PECBR cresceu, se expandiu para 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           mais de cinco estados brasileiros
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            e cruzou fronteiras, chegando até a 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Bolívia
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Cada novo território conquistado representava mais produtores impactados, mais indústrias parceiras e mais carne brasileira ganhando valor no mercado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas números não contam toda a história. O que realmente marca esses 10 anos são:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Os pecuaristas que viram seus negócios se tornarem mais lucrativos
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             graças às consultorias e certificações.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            As indústrias que passaram a confiar em um acompanhamento mais transparente dos abates
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            A carne brasileira, cada vez mais reconhecida e valorizada
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , dentro e fora do país.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2025-05-12+at+17.28.23.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O Segredo da PECBR: Parcerias que Transformam
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em um mercado tão volátil, onde os preços sobem e descem, onde as crises aparecem quando menos se espera, a PECBR se mantém firme porque acredita em 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           parcerias sólidas
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Não são apenas contratos – são 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           compromissos
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Para o pecuarista
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , a PECBR é a mão amiga que ajuda a tomar as melhores decisões, aumentando a produtividade sem perder a qualidade.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Para os frigoríficos
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , é a garantia de um processo mais eficiente e rastreável.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Para o mercado
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , é a certeza de uma carne 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            que vem de um sistema justo e sustentável
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Futuro: Uma Pecuária que Inspira
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A missão da PECBR nunca foi apenas sobre crescer como empresa. Foi – e sempre será – sobre 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           fazer a pecuária brasileira crescer junto
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E o caminho continua. Novos estados, novos países, novas tecnologias e, principalmente, 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           novas histórias de produtores que estão transformando seus sonhos em realidade
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Junte-se a Nós!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A PECBR não é só uma empresa. É um 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           movimento
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Um movimento de pessoas que acreditam que a pecuária pode ser 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           mais humana, mais justa e mais próspera para todos
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se você também compartilha desse sonho, 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           venha fazer parte dessa história
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Porque, no final das contas, o que nos move não são só os números – é a 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           paixão pelo agro e pelas pessoas que fazem ele acontecer
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Vamos juntos construir uma pecuária melhor?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Thumbnall+-+V%C3%8DDEOS+YOUTUBE+%283%29.png" length="1504125" type="image/png" />
      <pubDate>Thu, 24 Apr 2025 17:46:39 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.pecbr.com.br/10-anos-de-pecbr</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Thumbnall+-+V%C3%8DDEOS+YOUTUBE+%283%29.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Alavancado pelas exportações, abate de bovinos em MS cresce 12% em 2024</title>
      <link>https://www.pecbr.com.br/alavancado-pelas-exportacoes-abate-de-bovinos-em-ms-cresce-12-em-2024</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Estado fecha ano com US$ 1,223 bilhão em vendas externas de carne in natura!
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/imagem_2025-01-20_150632561.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            De janeiro a dezembro de 2024, o abate de bovinos em Mato Grosso do Sul alcançou a marca histórica de 3,963 milhões de animais, um crescimento de 12% em relação ao ano de 2023, quando o Estado enviou 3,537 milhões de cabeças para a indústria frigorífica. Do total abatido, 2,129 milhões foram machos (aumento de 17,4%) e 1,833 milhão foram fêmeas (aumento de 6,29%) ao longo do ano passado. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Para Caio Rossato, zootecnista e consultor da empresa PECBR Soluções,
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           especializada em acompanhamento técnico de abates, a produção recorde de carne em 2024 é creditado, principalmente, ao aumento das exportações de Mato Grosso do Sul.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No ano passado, segundo a Carta de Conjuntura Comércio Exterior, elaborada pela Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), o MS exportou 257,1 mil toneladas de carne bovina in natura, contra 192,7 mil toneladas de 2023 – um crescimento de 33,6%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pelo volume de carne bovina exportada, o Mato Grosso do Sul faturou 8,6% a mais em 2024 e fechou o ano com US$ 1,223 bilhão, contra US$ 915 milhão do ano anterior. O preço médio pago pela tonelada de carne foi de US$ 4.759,52.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para Rossato, essa valorização entre 15% e 18% do dólar ao longo do ano, deixou a carne bovina brasileira mais atrativa para as exportações. "A abertura de 4 plantas para o mercado da China no segundo semestre em MS acabou aquecendo esse mercado e aumentando a competição", aponta ele. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A China, segundo a Semadesc, foi o destino de 24,18% de toda a carne bovina exportada por Mato Grosso do Sul em 2024, seguida pelos Estados Unidos (18,42%) e Chile, com 14,58%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No total, o MS exporta a carne para quase 70 países. Em 2024, segundo o Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária), o Brasil exportou carne bovina in natura para 135 países.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No geral, a China permanece como o principal destino dos produtos de MS, representando cerca de 45,4% no valor total do ano, seguida pelos Estados Unidos (6,7%) e Países Baixos (4,9%). Em destaque nas exportações, o Emirados Árabes Unidos, que registrou um aumento de 109,1% e a Turquia com 163,2%, ambos comparados com o mesmo período de 2023.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Abate de fêmeas aumenta
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em 2024, do total de animais abatidos, 46,25% eram fêmeas. De acordo com o Boletim Casa Rural, da Famasul (Federação da Agricultura de Mato Grosso do Sul), elaborado com números da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Iagro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           -MS (Agência de Defesa Sanitária Animal e Vegetal), houve um crescimento de 6,29% no abate de fêmeas no Estado. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ano passado registrou o terceiro maior abate de fêmeas desde 2014, atrás apenas de 2019 e 2014. Praticamente metade das fêmeas abatidas no período possuíam mais de 36 meses, ou seja, eram animais que encontravam-se em plena maturidade reprodutiva, o que pode aumentar – aliado a outros fatores – o impacto sobre a oferta de gado para reposição nos próximos anos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Fonte:
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           José Roberto dos Santos - Correio do Estado
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Thumbnall+-+V%C3%8DDEOS+YOUTUBE+%282%29.png" length="2032903" type="image/png" />
      <pubDate>Mon, 20 Jan 2025 19:23:40 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.pecbr.com.br/alavancado-pelas-exportacoes-abate-de-bovinos-em-ms-cresce-12-em-2024</guid>
      <g-custom:tags type="string">venda de carne,abate,Venda boi gordo,pecbr,pec br</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Carne Artificial x Natural - Será o fim da pecuária?</title>
      <link>https://www.pecbr.com.br/carne-artificial-x-natural</link>
      <description>Com as novas iniciativas e tecnologias vindas do laboratório, a pecuária e a industria frigorífica estará com seus dias contados? Veja esse artigo!</description>
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/1-af1fb1a3.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                            A produção de Carne em laboratório é feita a partir de células tronco ou células do músculo esquelético dos animais. Nelas são adicionados microtransportadores para que se desenvolvam em fibras musculares específicas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
              Vantagens
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           :
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
              Menor utilização de recursos naturais em prol da produção de proteína animal, além da menor demanda de espaço.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
               Entraves e desvantagens:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             Por enquanto o custo e tempo de produção são muito altos, o que tende a reduzir numa produção em grande escala.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            É possivel que a alta taxa de replicação das células, favoreça o desenvolvimento de células cancerígenas. Ainda é incerto que seu consumo suprirá as mesmas exigências nutricionais da carne convencional, principalmente tratando-se dos níveis de micronutrientes e ferro.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Além dessas questões, um grande intrave para a produção, é a reprodução de certas características da carne, como a textura, marmoreio e até mesmo a
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             tridimensionalidade.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Há ainda questões com a aceitação do público e certificação de segurança dos alimentos.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Carne-Artificial-x-Natural--281-29.png" alt="Imagem: Desafio da indústria de carne artificial é reproduzir os cortes tradicionais em 3D."/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar de estar sendo vista como "O futuro da Carne", a produção laboratorial de proteína animal deve ser vista como suplementar. A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) estimou que até 2050, será necessário um aumento de 70% na produção de alimentos para suprir a demanda gerada pelo aumento populacional e a produção convencional tem suas limitações em relação a demanda de espaço e custos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           HISTÓRIA DA PRODUÇÃO DE CARNE CULTIVADA EM LABORATÓRIO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ideia tem sido relatada desde meados da década de 90, quando a Nasa já havia idealizado a carne cultivada para servir de alimento a astronautas. Em 2010, a ideia tomou força quando o co – fundador do Google financiou o projeto Holandês de projeto Holandês de produção de carne cultivada em laboratório.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para esse processo de cultivo, foi necessário a coleta de um pedaço de tecido muscular animal de onde foram extraídas as células, que foram transferidas para 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           placas de Petri* 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           contendo nutrientes para aumentar de tamanho. Como essa carne não continha mioglobina (proteína que confere a cor vermelha as carnes) são adicionados açafrão, caramelo e suco de beterraba, deixando hambúrguer com aspecto avermelhado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O primeiro hambúrguer de carne bovina cultivado em laboratório foi apresentado à imprensa em 2013, sendo desenvolvido pelo Dr. Mark Post da Maastricht University, na Holanda. Na ocasião, o alimento não arrancou muitos elogios dos provadores pois estava um pouco seco e sem sabor, devido à falta de gordura. Entretanto, foi um marco para esse novo conceito e gerou um “boom” de novas startups.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Hoje, há número significativo de empresas iniciantes nos EUA, Holanda, Israel e em outras partes do mundo, buscando refinar o processo e reduzir os custos para produção. Segundo o próprio Dr. Post, será possível reduzir o custo de um hambúrguer para US $ 11.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas, o que atrai consumidores para esse tipo de produto? Os principais pontos levantados em defesa da carne cultivada é que além de não necessitar do abate de animais, a produção emitiria 96% menos gases de efeito estufa (GEE) do que a carne tradicional e usaria de 82% a 96% menos água do que o sistema tradicional, além de evitar o abate dos animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por mais que este argumento seja mais “socialmente aceito”, sabemos que não é uma VERDADE. Sabemos que com os estudos científicos avançados da EMBRAPA conclui que a contribuição da pecuária no aquecimento global é quase desprezível.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cito aqui um trecho importantíssimo de Xico Graziano:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;blockquote&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Análises ingênuas e maldosas interpretações costumam prejudicar a nossa agropecuária, manchando-lhe a imagem. Na teoria do aquecimento global reside a mais bizarra de todas. Segundo o Inventário Nacional, o gado bovino responde por 15,4% dos gases de efeito estufa lançados na atmosfera, enquanto a queima de combustíveis fósseis gera 15,1%. O estranho cômputo, quando divulgado, em 2014, deliciou tanto os ativistas vegetarianos quanto as montadoras. Philipp Scheimer, presidente da Mercedes-Benz, sacou rápido: “O automóvel tem sua parcela de participação no aquecimento global, mas não é o grande vilão”. São as vacas, complementou."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/blockquote&gt;&#xD;
  &lt;blockquote&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na origem dessa absurda distorção se encontra a metodologia de cálculo utilizada pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), entidade ligada à ONU que gerencia essa agenda global. Gás carbônico e metano destacam-se entre os gases com efeito estufa. O primeiro deles (CO2) tem elevado sua presença na atmosfera por causa da queima de derivados de petróleo e de florestas naturais; o segundo (CH4) surge expelido por vulcões ou da decomposição anaeróbica de matéria orgânica, como se dá naturalmente nos pântanos, mas também nas lavouras irrigadas de arroz e no estômago de animais ruminantes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/blockquote&gt;&#xD;
  &lt;blockquote&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/blockquote&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CONCLUSÃO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                 A Pecuária tradicional não será substituída nem findada. Uma vez que é um setor que emprega milhares de pessoas, desde a produção até a venda do produto final. Além de fornecer matéria prima para inúmeras outras indústrias, como farmacéutica, textil e de construção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
             Além disso, não deve ser vista como vilã do meio ambiente, principalmente por estar sempre caminhando para produções mais sustentáveis, visando a melhor utilização de recursos e o bem-estar animal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Teríamos ai uma contradição também no discurso sobre a questão ambiental, a solução criada por eles foram criar mais indústrias de alimentos ultra processados? Você confiaria neste alimento? Não digo que não seja o futuro, mas que vão encontrar grandes barreiras na inclusão deste alimento na sociedade comum, vão!
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Padronizadora+e+Certificadora.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/1.png" length="444925" type="image/png" />
      <pubDate>Fri, 09 Dec 2022 13:58:42 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.pecbr.com.br/carne-artificial-x-natural</guid>
      <g-custom:tags type="string">nicho de mercado</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/1.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/1.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O Rendimento dos Sonhos do pecuarista!</title>
      <link>https://www.pecbr.com.br/o-rendimento-dos-sonhos</link>
      <description>Acompanhamento de abates? Genética? Alimentação? Veja os fatores que fazem com que a cada dia mais esses resultados acima do "normal".</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                   Em vários abates que acompanhamos, obtivemos resultados acima da média esperada para as categorias. Mas ao que se deve esses resultados? Acompanhamento de abates? Genética? Alimentação? Veja os fatores que fazem com que a cada dia mais esses resultados acima do "normal".
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se interessa por esse e mais assuntos relacionados à produção de Carne Bovina?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Conheça o CARCAÇA EXPERIENCE, curso completo em Acompanhamento técnico de abates e venda de Carcaças, esse ano com um módulo de Cortes de Carne!
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aprenda com quem é referência no mercado!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Design+sem+nome+%282%29.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/thumb+nova.png" length="1401264" type="image/png" />
      <pubDate>Mon, 19 Sep 2022 12:44:44 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.pecbr.com.br/o-rendimento-dos-sonhos</guid>
      <g-custom:tags type="string">classificação e tipificação,acompanhamento de abates,rendimento de carcaça</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/thumb+nova.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/thumb+nova.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Carcaça e Carne certificada de qualidade no Mato Grosso</title>
      <link>https://www.pecbr.com.br/certificacaopecbr-mt</link>
      <description>Com a maior demanda do atacado e varejo por qualidade, a empresa Fripam e Frigonorte resolvem apostar na qualidade e na certificação de suas vendas direcionadas a estes consumidores. O trabalho vem sendo realizado em conjunto com o Frigorífico Pantanal que fica localizado em Várzea Grande-MT e têm trazido excelentes resultados.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CERTIFICAÇÃO PECBR CHEGA AO MATO GROSSO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             Com a maior demanda do atacado e varejo por qualidade, a empresa Frigonorte resolve apostar na qualidade e na certificação de suas vendas direcionadas a estes consumidores. O trabalho vem sendo realizado no Frigorífico  que fica localizado em Várzea Grande-MT e têm trazido excelentes resultados.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com a certificação PECBR, protocolado no sistema AgriTrace da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), o frigorífico poderá certificar suas carcaças e garantir procedência e qualidade de seus produtos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/mariana.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ANIMAIS EXTREMAMENTE PRECOCES 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Design-sem-nome--2884-29.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo os diretores da FRIGONORTE, o Mato Grosso tem se mostrado muito eficiente na qualidade de seus animais abatidos e o resultado na carcaça fica bem evidente, a maioria dos animais estão entre 18 a 24 meses de idade com peso de 23@ e com um excelente acabamento de gordura, além disso, são animais que entregam aproximadamente, segundo as nossas análises, 10% a mais de rendimento de desossa. Portanto, temos que mostrar isso para o consumidor com muita transparência e credibilidade. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Design-sem-nome--2885-29-376c8e10.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O direcionamento e a viabilização da venda de carcaças certificadas têm tido uma atenção especial da nossa empresa que visa cada dia mais contribuir para o setor, vai de encontro com o nosso planejamento em contribuir com maior crescimento da demanda por carne de qualidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Quer-conhecer-melhor-o-nosso-protocolo-de-certifica-C3-A7-C3-A3o-Entre-em-contato-conosco-21-baf9e3d5.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Design+sem+nome+%2882%29-f57c9c4f.png" length="1634355" type="image/png" />
      <pubDate>Tue, 13 Sep 2022 20:50:34 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.pecbr.com.br/certificacaopecbr-mt</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Design-sem-nome--283-29.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Design+sem+nome+%2882%29-f57c9c4f.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Cisticercose Bovina: Veja como o produtor pode ter até 90% de penalização no valor da carcaça</title>
      <link>https://www.pecbr.com.br/cisticercose-bovina-legislação-mitigacao</link>
      <description>Com o decreto Decreto nº 10.468, o Ministério da Agricultura Pecúaria e Abastecimento (MAPA) terá uma posição mais rigorosa com relação a cisticercose bovina, que causa muita polêmica e insatisfação perante os pecuaristas. Neste artigo, vamos abordar os principais fatores que podem causar essa insatisfação e o porquê a indústria terá sim que penalizar os pecuaristas que enviarem carcaças com cisticercose, mesmo sendo calcificada.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-10.468-de-18-de-agosto-de-2020-272981604" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Decreto nº 10.468
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            e por que tão polêmico?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                         Com o decreto Decreto nº 10.468, o Ministério da Agricultura Pecúaria e Abastecimento (MAPA) terá uma posição mais rigorosa com relação a cisticercose bovina, assim que se findar a prorrogação da IN 121/2021. O decreto causa muita polêmica e insatisfação da parte dos pecuaristas em relação aos frigoríficos. Neste artigo, vamos abordar os principais fatores que podem causar essa insatisfação e o porquê a indústria terá sim que penalizar os pecuaristas que enviarem carcaças com cisticercose, mesmo sendo calcificada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2022-09-13-at-11.45.15-df491b18.jpeg" alt="Cisticercose cisto vivo" title="Cisto viável de cisticercose bovina"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Ciclo e contaminação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                        A cisticercose bovina é uma zoonose comumente diagnosticada na indústria frigorífica que leva a condenação de carcaças, causa prejuízos e limita a exportação da carne ao diminuir o prestígio do produto e seu valor comercial (Rossi et al. 2014). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                         Para entender sua origem e formas de mitigação, primeiro deve-se entender seu ciclo. A doença se relaciona com a Teniase, que também é causada pela
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Taenia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , em fases diferentes do seu ciclo de vida. A cisticercose é a presença da forma larvária nos tecidos de suínos, bovinos ou do homem (FNS, 2017). Enquanto na Teniase é provocada pela presença da fase adulta no intestino delgado de humanos. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Adicionar-um-t-C3-ADtulo--2810-29.png" alt="Ciclo do Complexo Teniase- Cisticecose"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                             O ciclo biológico dessa enfermidade se dá em duas fases: Humana e Animal. Na fase humana, Teníase, a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Taenia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            adulta libera ovos no ambiente através das fezes humanas, podendo ser viáveis por 12 meses nas pastagens e 20 dias em água de esgoto (Mello e Marques, 2019). Ao engerir pastagens ou água contaminada com ovos, o bovino desenvolverá cisticercose nos músculos (carne) e orgãos que ao ser consumido pelo homem, este desenvolverá a Teniase novamente, fechando o ciclo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                          O homem é hospedeiro definitivo da sua forma adulta, que adquire a tênia ao ingerir carne contaminada crua ou mal cozida contendo cisticercos (GEMMELL 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           et al
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ., 1983). A teníase pode se apresentar de forma assintomática, porém alguns pacientes manifestam sintomas como:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Adicionar-um-t-C3-ADtulo--289-29.png" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                             
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As tênias podem viver muitos anos no intestino delgado do homem. No caso de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           T. solium
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , podem ser eliminadas de três a seis proglotes diariamente. Cada proglote contém uma média de 30.000 a 50.000 ovos. A inspeção sanitária de produtos de origem animal é de fundamental importância para impedir a permanência e conclusão do ciclo teníase-cisticercose (Cripriano et al., 2015).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                            A ocorrência de cisticercose aumenta pela falta de tratamento dos esgotos urbanos, os quais poluem os mananciais que irão abastecer os animais e até o próprio homem. A falta de fossas ou coleta de esgoto em algumas áreas favorece a contaminação ambiental, sendo comuns os casos em que os animais acabam ingerindo involuntariamente fezes humanas (SANTOS; BARROS, 2009). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas então. Como controlar?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                               O controle da cisticercose bovina se baseia em medidas higiênico sanitárias que interrompam o ciclo do parasita e impeçam que bovinos ingiram ovos do verme. Desta forma para a prevenção da doença é necessário que haja a conscientização dos funcionários e que sejam realizadas algumas ações dentro da propriedade rural para mitigar a propagação da doença, entre elas podemos citar (FAMASUL; SENAR, 2021):
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Oferecimento de boas condições de higiene pessoal para os funcionários, como banheiros com fossas sépticas para evitar a contaminação das pastagens; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Realizar o tratamento antiparasitários dos funcionários semestralmente;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Montar um calendário sanitário onde seja incluso a vermifugação para os animais da propriedade sobre orientação de um médico veterinário; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Impedir o acesso dos animais a locais que recebam fluidos de esgoto humano e algum tratamento antiparasitário dos funcionários; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Realizar a limpeza e desinfecção periódica dos bebedouros para que os animais recebam água de qualidade (MONTEIRO,2010); 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Legislação e IN 121/2021
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                          Em bovinos, o diagnóstico da cisticercose se dá em frigoríficos, durante a inspeção post mortem das carcaças. Podendo ser encontrados cisticercos viáveis ou calcificados. Um único cisticerco calcificado, no conjunto de órgãos, vísceras e carcaças submetidos ao exame de rotina de inspeção, considera-se infecção leve (Rodrigues, 1993). 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                     O processo de calcificação se dá quando o cisto morre (Rossi, et al. 2014), podendo vir da resposta imune dos bovinos ao tentar eliminar a entidade patógena e leva em torno de 50 dias após a instalação muscular. 
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Adicionar-um-t-C3-ADtulo--2811-29.png" alt="Cisticercose bovina"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A inspeção é feita através de incisões em áreas em que o cisticerco tem predileção como como coração, músculos da mastigação, língua, diafragma e seus pilares e massas musculares da carcaça. (Toledo et al., 2018) 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A carcaça será considerada por infecção intensa, se encontrados, pelo menos, oito cistos viáveis ou calcificados, assim distribuídos: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            I – quatro ou mais cistos em locais de eleição examinados na linha de inspeção (músculos da mastigação, língua, coração, diafragma e seus pilares, esôfago e fígado); 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           II – quatro ou mais cistos localizados no quarto dianteiro (músculos do pescoço, do peito e da paleta) ou no quarto traseiro (músculos do coxão, da alcatra e do lombo), após pesquisa no DIF, mediante incisões múltiplas e profundas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Segundo o artigo 185 do Decreto Nº 10.468, de 18 de Agosto de 2020, As carcaças com infecção intensa por
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cysticercus bovis
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (cisticercose bovina) devem ser condenadas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O destino das carcaças segundo ART. 185 do Decreto 9.013, de 29 de março de 2017 alterado pelo decreto Nº 10.468, de 18 de agosto de 2020 fica o seguinte: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             § 2º
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nas infecções leves ou moderadas, caracterizadas pela detecção de cistos viáveis ou calcificados em quantidades que não caracterizem a infecção intensa,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             considerada a pesquisa em todos os locais de eleição examinados na linha de inspeção e na carcaça correspondente, esta d
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            eve ser destinada ao tratamento condicional pelo frio ou pelo calor, após remoção e condenação das áreas atingidas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            5º O diafragma e seus pilares, o esôfago e o fígado, bem como outras partes passíveis de infecção, devem receber o mesmo destino dado à carcaça. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            6º Os procedimentos para pesquisa de cisticercos nos locais de eleição examinados rotineiramente devem atender ao disposto nas normas complementares. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pelas regras anteriores ao decreto, Decreto nº 10.468 se fossem achados poucos cisticercos mortos (uma espécie de bolsa onde se desenvolve a larva da tênia) o pedaço da carne era retirado e a carcaça estaria liberada. Pela nova regra, se for encontrado apenas um cisticerco morto, toda a carcaça deve ir para um tratamento térmico. Esse procedimento, além de ser custeado pelo produtor, pode derrubar pela metade o preço da arroba da carcaça. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                          
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para que os frigoríficos fizessem as adequações necessárias para por em vigor as alterações do decreto 9.013 feitas pelo decreto Nº 10.468, uma Instrução normativa, Nº 121, de 26 de fevereiro de 2021 – SDA/MAPA estabeleceu prazo de 18 meses, entrando em vigor no dia 02 de setembro de 2022, e logo após o MAPA seguiu um comunicado permitindo a abrangência de mais 60 dias, ou seja, 20 meses para adequação dos estabelecimentos. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                        
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             A IN também abrandou as penalizações em relação aos cistos encontrados na carcaça: 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Art. 2º Durante o período estabelecido no art. 1º desta Instrução Normativa, o julgamento para infeções leves ou moderadas por Cysticercus bovis(cisticercose bovina) deve ser: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           I –
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            quando for encontrado um cisto viável, considerando a pesquisa em todos os locais de eleição examinados na linha de inspeção e na carcaça correspondente, esta deve ser destinada ao tratamento condicional pelo frio ou pela salga, após a remoção e a condenação da área atingida. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            II –
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           quando for encontrado um único cisto já calcificado, considerando, todos os locais de eleição examinados, rotineiramente, na linha de inspeção e na carcaça correspondente, esta pode ser destinada ao consumo humano direto sem restrições, após a remoção e a condenação da área atingida. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Parágrafo único.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando forem encontrados mais de um cisto, viável ou calcificado, e menos do que o fixado para infecção intensa, considerando a pesquisa em todos os locais de eleição examinados na linha de inspeção e na carcaça correspondente, esta deve ser destinada ao aproveitamento condicional pelo uso do calor, após remoção e condenação das áreas atingidas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Instrução normativa, Nº 121, de 26 de fevereiro de 2021 – SDA/MAPA, findou-se no início do mês de setembro de 2022, sendo prorrogado para mais 60 dias desde seu término.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As penalizações monetárias variam de acordo com cada estabelecimento frigorífico, sendo para tratamento a frio de 30 a 50% no valor da @ e 50 a 90%, para o tratamento por calor. A destinação da carcaça para a graxaria, penaliza em 100% o valor da @.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar do cisto calcificado (morto), não ser considerado patógeno por não ser capaz de desenvolver a teníase, estudos indicam que é possível observar tanto cisticercos vivos como mortos numa mesma carcaça (Rossi et al. 2014). Podendo justificar assim a maior rigorosidade das inspeções. Veja o texto publicado pela CNA em forma de comunicado técnico: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A referida mudança foi realizada diante da necessidade de dar garantias da destruição do Cysticercus bovis, garantindo que o consumidor não seja acometido pela enfermidade, prezando pelos cuidados para a saúde pública.  A alteração foi resultado de novas publicações científicas que comprovaram o risco à saúde pública, além de equiparar a legislação nacional à internacional, como as dos Estados Unidos, do Reino Unido, do Canadá, do Chile, da Argentina e da União Europeia. Além disso, as novas recomendações estão alinhadas com o preconizado pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) e pela Organização das Nações Unidas para Alimentação (FAO).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            O antigo critério de julgamento vinha sendo questionado por órgãos de controle (CGU e TCU) como inadequado, pois apresentava regras de saúde pública mais rigorosas quando o produto era destinado para a exportação do que quando comparado como os destinados ao mercado nacional.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CONCLUSÃO PECBR
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mesmo antes das alterações feitas pelo Decreto, a PECBR tem trabalhado para amenizar essas perdas e mensurando desde 2015 as carcaças com cisticercose calcificada durante o abate, para que assim, o pecuarista tenha ciência da incidência da doença em sua propriedade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com esta nova regra, todas as inspeções (SIM, SIE , SISBI e SIF) terão que aumentar o rigor com a destinação de carcaças identificadas com cisticercose, o pecuarista deverá se planejar ainda mais no controle/mitigação da doença e deverão ser ainda mais rigorosos com seus funcionários para que não sofra com as penalizações da carcaça. Essas medidas vão de encontro com a importância de se adotar boas práticas de produção na fazenda.  
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Pecbr+-+Acompanhamento+t%C3%A9cnico+de+abates+de+Certificadora.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Referências
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Rossi, Gabriel A. M.; et al. Situação da cisticercose bovina no Brasil. Semina: Ciências Agrárias, Londrina, v. 35, n. 2, p. 927-938, mar./abr. 2014 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Toledo, Rômulo C. C. et al. COMPLEXO TENÍASE/ CISTICERCOSE: UMA REVISÃO Higiene Alimentar - Vol.32 - nº 282/283 - Julho/Agosto de 2018 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Rodrigues, Lauro V. C. INSPEÇÃO SANITÁRIA E CRITÉRIO DE JULGAMENTO DA CISTICERCOSE BOVINA CALCIFICADA. INFECÇÃO LEVE - Cienc. Rural 23 (3) - Dez 1993   
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mello, I; Marques, L. Como reduzir os prejuízos com a cisticercose bovina. Ourofino - Saúde Animal, 2019. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cipriano, Raoni C.; et al. Prevalência de cisticercose bovina nos abatedouros com inspeção sanitária estadual no estado do Espírito Santo, Brasil. R. bras. Ci. Vet., v. 22, n. 1, p. 54-57, jan./mar. 2015 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           GEMMELL, M., MATYAS, Z., PAWLOWSKI, Z. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           et al
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            (Ed.). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Guidelines for surveillance prevention and control of taeniasis/ cysticercosis
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Geneva : World Health Organization, 1983. 207p. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CARRADA-BRAVO, T. Teniasis-cisticercosis como problema de salud pública. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bol Med Hosp Infant Mex
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ,v.44, n.7, p.427-434, 1987. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           HUGGINS, D. Teníases. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pediatr Moderna
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , v.24, n.6, p.251-256, 1989. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           FAMASUL; SENAR. Orientações – Cisticercose Bovina. 2021. Disponível em: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://senarms.org.br/sites/default/files/programa/Informativo%20Complexo%20Ten%C3%ADase-Cisticercose%20_2021_0.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://senarms.org.br/sites/default/files/programa/Informativo%20Complexo%20Ten%C3%ADase-Cisticercose%20_2021_0.pdf
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Acesso em: 22 de jul. 2022.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alteração de tratamento das carcaças com achados de cisticercose bovina - Comunicado Técnico Edição 28/2020 | 05 de Outubro 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2022-09-13-at-11.45.15.jpeg" length="1630098" type="image/png" />
      <pubDate>Tue, 13 Sep 2022 18:57:06 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.pecbr.com.br/cisticercose-bovina-legislação-mitigacao</guid>
      <g-custom:tags type="string">abate</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2022-09-13+at+11.45.15.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2022-09-13-at-11.45.15.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Todos amam Carne a Pasto!</title>
      <link>https://www.pecbr.com.br/todos-amam-carne-a-pasto</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Youtubers provam e aprovam! Veja as Reações!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se você acompanha o canal, sabe que estamos levando a Carne a Pasto longe! O selo foi criado pela nossa empresa e é certificado pelo MAPA, possuimos exclusividade na certificação de animais produzidos a pasto. O Richard Rasmussen  é embaixador do selo e chamou vários outros parceiros do Youtube para terem a experiência de comer uma carne certificada a pasto. Veja o compilado de reações dessa galera.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Screenshot_16.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Booquinha, Cocielo, Rafael Garcia e muitos outros provaram mais que um churrasco, experimentaram a experiencia carne a pasto. Com carne de qualidade não precisa ser Chef pra galera amar! Escolha certo, escolha Carne a Pasto!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Temos muito
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            orgulho da certificação Carne a Pasto e de onde ela está chegando. Esse vídeo é um compilado de um pessoal pesado que experimentou carnes certificadas a pasto. Dêem uma conferida nas reações e aproveitem pra se increver no nosso canal que está recheado de conteúdo de qualidade.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Screenshot_19-36915b2e.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Inscreva-se no nosso canal e ative o sininho para notificações, Vídeos semanais!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="http://carneapasto.com" target="_blank"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Pecbr+-+Acompanhamento+t%C3%A9cnico+de+abates+e+Certificadora.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/site.jpg" length="76827" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 22 Jun 2022 13:29:25 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.pecbr.com.br/todos-amam-carne-a-pasto</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/hqdefault-4705ccf1.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/site.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Conheça a linha grill e entenda por que ela se destaca no mercado</title>
      <link>https://www.pecbr.com.br/conheca-a-linha-grill-e-entenda-por-que-ela-se-destaca-no-mercado</link>
      <description>Quem aqui não gosta de um churrasco não é mesmo? E justamente pra atender esse nicho de mercado foi criado essa nomenclatura GRILL, onde basicamente os frigoríficos posicionam as carcaças com melhor acabamento para os cortes da Linha Grill.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        Quem aqui não gosta de um churrasco não é mesmo?  Justamente pra atender esse nicho de mercado foi criado essa nomenclatura GRILL, onde basicamente os frigoríficos posicionam as carcaças com melhor acabamento para os cortes da Linha Grill.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                       Isso não quer dizer que toda linha Grill terá essa nomenclatura, por exemplo, na JBS a linha Grill é a Maturatta, na Marfrig é Montana Steakhouse. Mas na maioria das marcas a nomenclatura Grill acompanha o marca do próprio frigorífico, veja os exemplos a seguir:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2022-05-10-at-17.20.47.jpeg" alt="cortes de carne bovina linha grill bigbeef"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2022-05-10-at-17.33.57.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2022-05-10+at+16.32.45.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2022-05-10+at+16.34.20.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        Portanto, há diversas formas de posicionar esse produto e essa estratégia quem definirá é o comercial do frigorífico juntamente com um estudo de mercado da região com um levantamento da qualidade das carcaças abatidas no estabelecimento.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      Mas vamos lá, quais são estes cortes então? Selecionamos aqui alguns cortes que podem levar a nomenclatura grill, normalmente são cortes que possuem gordura uniforme e maior padrão de refile.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/" target="_blank"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Pecbr+-+Acompanhamento+t%C3%A9cnico+de+abates+e+Certificadora.jpg" alt="Conheça: Carne a Pasto PecBR" title="clique e conheça"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Traseiro+%284%29.png" alt="Cortes do traseiro usados como grill"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Traseiro+%285%29.png" alt="Cortes da costela e dianteiro usados como grill"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Claro que estes são alguns exemplos, e que de acordo com o perfil e região em que o frigorífico atua podemos ampliar ainda mais as possibilidades e realizar maiores porcionamentos das peças.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                   Este trabalho impacta diretamente a rentabilidade e o posicionamento e criando maior visibilidade da marca do frigorífico, também possibilita ampliar os nichos de mercado em que ele atua, abrindo muitas frentes comerciais em clientes de valor agregado como churrascarias, restaurantes, varejos e atacados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                    A rentabilidade da desossa de acordo com os nossos dados certificadora/padronizadora PECBR chegam a mostrar
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           no mínimo um acréscimo de 3% na rentabilidade total de desossa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Portanto, o frigorífico investir em uma linha Grill não só é vantajoso como também trás excelentes retornos financeiros, e o mais importante disso, quem ganha é o consumidor com uma linha muito especial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2022-05-10-at-15.33.28-518d2d9e.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2022-05-10-at-15.29.09-52ae07b9.jpeg" alt="Padronização de cortes bovinos"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A PECBR atua desde 2015 neste ramo, realizando o sonhos dos frigoríficos e redes de varejo contribuindo com a padronização das peças e rentabilidade do processo, esta é uma das nossas frentes que vem ganhando mais força ainda com o selo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.carneapasto.com" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           CARNE A PASTO
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Um selo que da garantia de procedência de que os animais foram criados no pasto e que gera valor na marca dos frigoríficos, desde o início do trabalho da empresa criamos e certificamos mais de 13 marcas no Brasil inteiro e também na Bolívia.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="/contate-nos"&gt;&#xD;
      
           Entre em contato
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            conosco e saiba mais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/carcaça-experience-curso-online" target="_blank"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Pecbr+-+Acompanhamento+t%C3%A9cnico+de+abates+e+Certificadora+%281%29.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Screenshot_7.png" length="587291" type="image/png" />
      <pubDate>Tue, 10 May 2022 19:57:21 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.pecbr.com.br/conheca-a-linha-grill-e-entenda-por-que-ela-se-destaca-no-mercado</guid>
      <g-custom:tags type="string">venda de carne,qualidade de carne,nicho de mercado,cortes de carne</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Screenshot_7.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Screenshot_7.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Com tendência mundial, empresa de MS lança selo “carne a pasto”</title>
      <link>https://www.pecbr.com.br/com-tendencia-mundial-empresa-de-ms-lanca-selo-carne-a-pasto</link>
      <description>A fim de fortalecer ainda mais a pecuária brasileira, criamos o primeiro selo brasileiro de certificação de Carne a Pasto. Com esse selo a Carne tem garantias quanto sua origem e produção.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                     A PECBR criou e administra o selo "Carne a Pasto" que é auditado pela CNA e Ministério da Agricultura. Possui exclusividade na certificação desse sistema de criação. Carnes certificadas a pasto já podem ser encontradas em Minas Gerais, Amazonas, Acre e Mato Grosso do sul. Quem abraçou o selo e hoje é o embaixador dele, é o famoso biólogo Richard Rasmussen, grande apreciador de qualidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Veja a baixo a matéria produzida pelo Portal de notícias da globo - G1 :
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2022-05-09+at+14.12.02.jpeg" alt="Richard Rasmussen Carne a pasto"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Carne a Pasto, a Marca que veio para inovar o mercado da carne!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                Com a crescente demanda dos consumidores em saber a procedência da carne e valorizar a origem do gado, a PECBR Soluções desenvolveu um selo que demonstra a origem dos animais terminados no Brasil. Com isso o mercado de carne bovina ganha uma novidade, um selo com o objetivo de trazer transparência e credibilidade para o consumidor. Acreditando neste nicho a Rede Big Beef, aposta neste mercado e inova com a PecBR Soluções em Agronegócio com o selo “carne a pasto”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
               Com a certificação, o consumidor ganha garantias quanto à origem e aos processos de produção da carne, especialmente, a “carne a pasto”- que é o sistema de criação que os animais crescem livres no campo, podendo se alimentar do próprio pasto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
               Neste caso, a certificação está ligada ao tipo de manejo no campo e incentivo a combinação da alimentação natural e suplementação por ração controlada. Diferente da produção em confinamento, que é o sistema de criação em que os lotes de animais são alimentados exclusivamente com grãos e capins diariamente, sendo esta dieta formulada especificamente para os animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                 Dessa forma, por meio de medidas eficientes, melhorias na transparência das condições de produção e comercialização desses produtos, principalmente no conhecimento dos antecedentes, as empresas também podem comprovar a produção da verdadeira “carne a pasto”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
               “O objetivo principal do selo é levar até a fase final da cadeia (o consumidor) todas as informações consideradas importantes a fim de garantir um produto seguro com garantia de origem: a carne a pasto”, explica o zootecnista e diretor da PECBR, Caio de Assis Rossato.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Screenshot_1.png" alt="Carne a Pasto BIG BEEF"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Primeiro selo “carne a pasto” do país
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                  Responsável pelo acompanhamento técnico de abates de mais de 4800 mil lotes em sete estados diferentes do Brasil, a PECBR é a primeira empresa do país habilitada pela Confederação Nacional da Agricultura (CNA) que confere e regulamenta os registros de certificação através do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), podendo assim certificar a carne bovina no país com o selo “carne a pasto”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A parceria com a Rede Big Beef, que garante a certificação a partir das regras de um rígido protocolo, é vista como oportunidade para agregar qualidade à carne sul-mato-grossense e até do Brasil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda conforme o diretor da PECBR, Caio de Assis Rossato, a estreia nas gôndolas da Rede Big Beef ocorrerá entre os dias 10 e 12 de junho. Assim, além de reconhecer a qualidade da carne que está consumindo pelo sabor diferenciado, o consumidor terá o selo nas embalagens para distinguir os cortes originários de produção “carne a pasto”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="http://carneapasto.com" target="_blank"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Pecbr+-+Acompanhamento+t%C3%A9cnico+de+abates+e+Certificadora.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Nós montamos um protocolo para validar essa terminologia junto aos órgãos competentes. Esse protocolo demorou um ano para ficar pronto e o que nós queremos é trazer ao consumidor a garantia de origem, a procedência de falar: essa carne é a pasto. É trazer segurança ao consumidor que tem essa predileção, que tem como principal diferencial o sabor”, explica o diretor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com mais de 23 anos no mercado de comercialização de carne bovina em Campo Grande (MS), a Rede Big Beef, criada em 1995, consolidou-se ao oferecer para o consumidor campo-grandense alimentos de origem animal com qualidade superior.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fonte: Reportagem G1 adaptado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2022-05-09+at+14.12.53.jpeg" alt="Richard Rasmussen Carne a Pasto"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Visite
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://carneapasto.com" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           carneapasto.com
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e saiba mais!
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2022-05-09+at+14.12.02.jpeg" length="112860" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 09 May 2022 18:33:15 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.pecbr.com.br/com-tendencia-mundial-empresa-de-ms-lanca-selo-carne-a-pasto</guid>
      <g-custom:tags type="string">qualidade de carne,pecbr</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2022-05-09+at+14.12.02.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2022-05-09+at+14.12.02.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Como funcionam as bonificações do Novilho Precoce - MS</title>
      <link>https://www.pecbr.com.br/como-funciona-as-bonificacoes-do-novilho-precoce-ms</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                  O programa Novilho Precoce do governo do estado de Mato Grosso do Sul, que estava ativo desde o seu primeiro abate em 31 de janeiro de 1992, teve um destaque nacional por fomentar a melhoria da produção por meio da bonificação de carcaças que atendam os critérios do programa. Desta maneira, houve uma grande adesão por parte dos produtores e expansão do programa, se tornando referência para que outros estados criassem este tipo de incentivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                    Recentemente ocorreu uma nova restruturação no programa: antes, ele era tipificado pelo Ministério da Agricultura e Abastecimento (MAPA) e agora, isso é feito por empresas terceiras, contratadas pelos frigoríficos. Estas empresas têm que ter cadastro no governo e serão auditadas periodicamente e exige que a propriedade tenha uma responsabilidade técnica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A propriedade rural também terá que possuir uma responsabilidade técnica, é um critério exigido pelo governo do estado e proporciona que os profissionais de curso superior da área de agrárias (Medicina Veterinária, Agronomia e Zootecnia) tenham oportunidade de promover seu trabalho dentro da propriedade e criem vínculos com as propriedades rurais. Uma excelente oportunidade de trabalho."
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além de avaliações realizadas nas carcaças, os produtores recebem incentivo pelo processo produtivo na fazenda, sendo analisados aspectos de boas práticas de manejo, produção e sustentabilidade. Segue abaixo a descrição de como o benefício é distribuído:
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Design-sem-nome--2811-29.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os produtores precisam se cadastrar anualmente na SEFAZ, e para isto terão que cumprir cinco pré-requisitos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estar em dia com obrigações fiscais e tributárias, em relação a todos os seus estabelecimentos localizados no Estado;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Situação regular quanto às suas obrigações trabalhistas, na condição de empregador;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Regular perante a Agência de Defesa Sanitária Animal e Vegetal – IAGRO;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           4.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ter Cadastro Ambiental Rural (CAR);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           5.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Possuir um profissional de assistência técnica como responsável pelo sistema de produção do estabelecimento rural (com ART). Este profissional pode ser responsável somente pelo acompanhamento do programa e dos abates.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Documentos a serem Anexados:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (1) Certidão negativa de débitos trabalhistas (TST), (2) Certidão Negativa de Infrações Trabalhistas (MTE), (3) Anotação de Responsabilidade Técnica (ART).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/contate-nos"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Pecbr+-+Acompanhamento+t%C3%A9cnico+de+abates+de+Certificadora.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CLASSIFICAÇÃO DA FAZENDA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A partir do momento em que a fazenda estiver ok para com estes pré-requisitos, ela passará por uma avaliação para os seguintes critérios, podendo ser classificados como básico ou superior:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Identificação individual de bovinos (Pode ser brinco de manejo, SISBOV ou chip)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Atributos de Boas Práticas Agropecuárias;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tecnologias que promovam a sustentabilidade do processo produtivo;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Participação em associações de produtores visando à produção comercial sistematizada e organizada (acordos mercadológicos).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Identifica-C3-A7-C3-A3o-Visual--281-29.png" alt="Classificação dos critérios avaliados na fazenda para o programa novilho precoce" title="Critérios e Classificação Novilho Precoce"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pronto, agora com o cadastro realizado, a fazenda será classificada em três certificações
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           SIMPLES, INTERMEDIÁRIA E AVANÇADA:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Identifica-C3-A7-C3-A3o-Visual--282-29.png" alt="Classificação da Fazenda para o programa novilho precoce MS" title="Classificação da Fazenda Novilho Precoce MS"/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           TIPIFICAÇÃO E BONIFICAÇÕES NO FRIGORÍFICO
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com a classificação e o cadastro da fazenda realizado, agora o produtor pode abater seus animais e começar a receber o incentivo. Fizemos aqui algumas demonstrações para que possamos enxergar melhor as adaptações do programa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Principais conclusões destes critérios:
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mínimo 12@ para fêmeas e 15@ para machos (inteiros ou castrados)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Machos inteiros serão bonificados até 24 meses (0-2 dentes)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Machos castrados e fêmeas até 36 meses (0-4 dentes)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para ativar o programa 60% do lote tem que ser precoce
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O programa continua bonificando carcaças escassas (proporção menor)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Programa continua aceitando a Imunocastração (com laudo)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Identifica-C3-A7-C3-A3o-Visual--286-29.png" alt="Bonificação Novilho Precoce - MS" title="Bonificação Novilho Precoce - MS"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="http://carneapasto.com" target="_blank"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Pecbr+-+Acompanhamento+t%C3%A9cnico+de+abates+e+Certificadora.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conclusões PECBR:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             A nova bonificação possibilita maior incentivo para que os pecuaristas produzam carcaças de maior precocidade e melhor acabamento de gordura, tendo em vista que antes não havia diferenciação na remuneração entre carcaças medianas e escassas. A entrada de critérios avaliados na fazenda em conjunto com a responsabilidade técnica pode fazer o produtor obter maiores resultados além da bonificação, se amparando de conhecimento técnico e melhorando cada dia mais sua produção dentro da porteira.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Este artigo foi escrito pela PECBR Consultoria, empresa especializada em acompanhamento técnico de abates
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             Apresentação NOVILHO PRECOCE SEPAF 2016.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Novilho Precoce, 40 anos. Albino Luchiari Filho, 2013
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Design+sem+nome+%2810%29.png" length="1014528" type="image/png" />
      <pubDate>Mon, 02 May 2022 16:08:32 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.pecbr.com.br/como-funciona-as-bonificacoes-do-novilho-precoce-ms</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Design+sem+nome+%2810%29.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Design+sem+nome+%2810%29.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Influência da castração sobre o acabamento e rendimento de Carcaça</title>
      <link>https://www.pecbr.com.br/influencia-da-castracao-no-rendimento-acabamento-de-carcaca</link>
      <description>Neste artigo falaremos sobre os métodos de castração e a influência sobre a qualidade e rendimento de carcaça
#pecbr #artigopecbr</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cada dia que passa o produtor rural fica mais preocupado em produzir carcaças que possam trazer rentabilidade ao seu sistema de produção e também atender as necessidades do frigorífico, pensando nisso separamos alguns resultados e fizemos algumas análises para que o pecuarista possa realizar a melhor tomada de decisão possível dentro da propriedade. Neste artigo falaremos sobre os métodos de castração e a influência sobre a qualidade e rendimento de carcaça.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A CATEGORIA ANIMAL E RENDIMENTO DE CARCAÇA
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             Dentro da categoria animal podemos classificar como Machos Inteiros (MI) e Machos Castrados (MC). A PECBR analisou o rendimento de carcaça com identificação individual de mais de 11700 animais e separou os dados por categoria.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para melhor entendimento de como a categoria do animal pode interferir no rendimento de carcaça separamos alguns resultados de diferentes categorias de animais confinados submetidos ao mesmo tratamento. Lembrando que são animais confinados que antes de serem embarcados são submetidos ao jejum alimentar (retira-se o último trato do dia anterior ao embarque).
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tabela 1. Comparativo de diferentes categorias de animais nelore confinados
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/ESCASSO--281-29.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2.  MÉTODOS DE CASTRAÇÃO E RENDIMENTO DE CARCAÇA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Na análise feita por Restle et al, 1996, ele submeteu animais ao mesmo manejo alimentar (á pasto) e realizou a castração com burdizzo e faca, provando que não há diferença entre os métodos de castrações físicas para o rendimento de carcaça. Um fator importante de se pontuar é que os animais inteiros tiveram maior rendimento de carcaça quando comparado com os castrados.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tabela 2. Comparação de rendimentos entre diferentes métodos de castração
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/ESCASSO--283-29-c72e4547-916bb4cb.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                                                                                                                                                                                    
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Adaptado de: RESTLE et al., 1996
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/contate-nos"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Pecbr+-+Acompanhamento+t%C3%A9cnico+de+abates+de+Certificadora.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3.   ACABAMENTO DE CARCAÇA PARA ANIMAIS INTEIROS x CASTRADOS
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A PECBR analisou os dados de animais submetidos ao mesmo manejo alimentar em sistema de semi-confinamento onde os animais inteiros foram embarcados com 591 Kg (19,7@) e os animais castrados com 566 Kg (18,8@).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Gráfico 1. Acabamento de carcaça de animais inteiros x castrados
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/ESCASSO-921fc538.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="http://carneapasto.com" target="_blank"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Pecbr+-+Acompanhamento+t%C3%A9cnico+de+abates+e+Certificadora.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Percebe-se que os animais castrados são mais eficientes na deposição de gordura na carcaça, tendo carcaças com índice de 49,1% a mais de carcaças medianas (3-6 mm de gordura).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conclusão: Para melhor eficiência de deposição de gordura na carcaça o produtor rural pode optar pela castração dos animais, sabendo que haverá um menor desempenho no rendimento de carcaça e peso ao abate.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Referência:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           RESTLE,J.; GRASSI,C.: FEIJÓ, G. L. D. Desenvolvimento e rendimento de carcaça de bovinos inteiros ou submetidos a duas formas de castração, em condições de pastagem. Revista Brasileira de Zootecnia, Viçosa, v.25, n.2,p. 324-333, mar./abr. 1996.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           #pecbr #pecbrartigo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assista o vídeo no nosso canal do youtube sobre:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/carcaça-experience-curso-online"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Pecbr+-+Acompanhamento+t%C3%A9cnico+de+abates+e+Certificadora+%281%29.jpg" alt="Carcaça Experience curso online"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/IMG_20210325_054659.jpg" length="346034" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 29 Apr 2022 14:23:25 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.pecbr.com.br/influencia-da-castracao-no-rendimento-acabamento-de-carcaca</guid>
      <g-custom:tags type="string">acabamento de carcaça,animal castrado,pecbr,castração,animal inteiro,rendimento de carcaça</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/IMG_20210325_054659.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/IMG_20210325_054659.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Precisamos falar da relação Pecuarista x frigorífico</title>
      <link>https://www.pecbr.com.br/precisamos-falar-da-relacao-pecuarista-x-frigorifico</link>
      <description>A falta de harmonia entre os dois principais elos da cadeia pecuária bovina tem impedido a adoção de práticas de manejo que poderiam evitar penalizações na inspeção sanitária, garantir carcaças mais rentáveis e melhorar a rentabilidade dos dois segmentos, especialmente do pecuarista. Mesmo tendo ocorrido alguns avanços nessa relação nos últimos anos, uma interação mais afinada continua sendo tabu.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Veja a entrevista concedida para DBO:  JÁ É HORA DE DISCUTIR A RELAÇÃO PECUARISTA X FRIGORÍFICO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2022-03-15-at-15.50.18-04c566b2.jpeg" alt="Caio Rossato pecbr"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Especialista mostra a falta de comunicação entre pecuaristas e frigoríficos gera equívocos de manejo, que podem reduzir em até 70% do valor de carcaça
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
               O relacionamento entre pecuaristas e frigoríficos deverá ir muito além das negociações pela arroba e classificação dos animais no gancho, mais ainda continuará conturbado, como mostrou o Workshop Carcaça Ideal, realizado em Campo Grande, MS, pela Consultoria PecBr. A falta de harmonia entre os dois principais elos da cadeia pecuária bovina tem impedido a adoção de práticas de manejo que poderiam evitar penalizações na inspeção sanitária, garantir carcaças mais rentáveis e melhorar a rentabilidade dos dois segmentos, especialmente do pecuarista. Mesmo tendo ocorrido alguns avanços nessa relação nos últimos anos, uma interação mais afinada continua sendo tabu.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                          O Zootecnista Caio Rossato diretor da PecBr, que intermedia vendas e acompanha abates, decidiu mergulhar no assunto. No evento realizado pela empresa (misto de workshop com curso), Rossato lembrou, por exemplo, que descuidos ou equívocos no manejo de embarque dos bovinos na fazenda e desembarque no frigorifico, que deveriam seguir protocolos acordados, porem reduzir o valor do normal em até 70%. “Muitos produtores ainda convivem de forma conturbada com a indústria e lhe atribuem toda a culpa pelo baixo rendimento ou eventual desclassificação das carcaças. Já os frigoríficos costumam jogar a responsabilidade por lesões exclusivamente nos pecuaristas. Temos de separar o que é mito e o que é de verdade nessa relação”. Observou Rossato que, de 2014 a 2019, acompanhou o abate de 2.200 lotes de bovinos, oriundos de fazendas de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Bahia, Goiás e Paraguai.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           INDUSTRIA É CLIENTE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                     Segundo ele, os pecuaristas são fornecedores de matéria prima e, por isso, têm de enxergar a indústria como cliente. “A harmonia é fundamental nesse processo. Caso o fornecedor tenha um produto de boa qualidade, vai encontrar quem pague por ele, mais é do processamento dos animais na fazenda ao manejo pré-abate na indústria que ocorrem equívocos capazes de derrubar o rendimento final da carcaça”, disse Rossato. “Um embarque mal feito, causa muitas lesões nos animais e esses traumatismos são focos de proliferação de bactérias, por isso a inspeção determina sua retirada”, exemplificou.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                 Essa contusões, segundo ele, também ocorrem durante o transporte que, invariavelmente, é de responsabilidade da indústria (frota própria ou terceirizada). Podem acontecer pisoteio, queda e acidentes provocados por más condições de viagem ou mesmo deficiência estrutural dos veículos. “A estrada e o motorista são os maiores causadores de hematomas. A quantidade de animais alojados no veículo a categoria do lote a distância percorrida também importam. Quando o pecuarista percebe qualquer irregularidade na saída da fazenda deve comunicar imediatamente à indústria”, disse o consultor.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CUIDADOS NA VACINAÇÃO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                         Outro motivo de quebra de rendimento, são as lesões vacinais, que também exigem retirada do local afetado, devido ao risco de contaminação. Elas ocorrem em função de componentes da vacina ou de equívocos durante a aplicação do produto. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Economizar na vacinação é dar um tiro no próprio pé.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                        Recentemente, acompanhei do abate de um lote de 165 animais. Ao final, 13,9% dos bovinos estavam com abscessos. A perda total foi de 111 arrobas. Ao valor de R$ 127,2 a cada arroba, isso representou um prejuízo de R$ 14.123,00”, relatou Rossato. Antes do embarque de fêmeas, ele recomenda que seja feito na fazenda um diagnóstico de prenhes para se identificar e apartar aquelas que estejam cheias: “Já vi abate com perda de 1,5% na carcaça pela presença do bezerro (feto)”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        O zootecnista tem por habito levar periodicamente pecuaristas, gerentes e gestores de fazendas para acompanhar abates nas indústrias e defende este procedimento para melhor a compreensão do processo de aproximação entre as partes. “Muitos produtores reclamam mas nunca visitaram uma indústria. Quando o fazem e conferem a quantidade de perdas por equívocos dentro da porteira, acabam mudando a rotina na fazenda e ganhando em eficiência”, relata um consultor.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/carcaça-experience-curso-online"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Pecbr+-+Acompanhamento+t%C3%A9cnico+de+abates+e+Certificadora+%281%29.jpg" alt="Curso Online Acompanhamento de abates"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CUIDADOS NA VACINAÇÃO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                         Outro motivo de quebra de rendimento, são as lesões vacinais, que também exigem retirada do local afetado, devido ao risco de contaminação. Elas ocorrem em função de componentes da vacina ou de equívocos durante a aplicação do produto. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Economizar na vacinação é dar um tiro no próprio pé.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                        Recentemente, acompanhei do abate de um lote de 165 animais. Ao final, 13,9% dos bovinos estavam com abscessos. A perda total foi de 111 arrobas. Ao valor de R$ 127,2 a cada arroba, isso representou um prejuízo de R$ 14.123,00”, relatou Rossato. Antes do embarque de fêmeas, ele recomenda que seja feito na fazenda um diagnóstico de prenhes para se identificar e apartar aquelas que estejam cheias: “Já vi abate com perda de 1,5% na carcaça pela presença do bezerro (feto)”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                        O zootecnista tem por habito levar periodicamente pecuaristas, gerentes e gestores de fazendas para acompanhar abates nas indústrias e defende este procedimento para melhor a compreensão do processo de aproximação entre as partes. “Muitos produtores reclamam mas nunca visitaram uma indústria. Quando o fazem e conferem a quantidade de perdas por equívocos dentro da porteira, acabam mudando a rotina na fazenda e ganhando em eficiência”, relata um consultor.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/contate-nos"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Pecbr+-+Acompanhamento+t%C3%A9cnico+de+abates+de+Certificadora.jpg" alt="Acompanhamento técnico de abates"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           MITOS E VERDADE DE UMA RELAÇÃO HISTORICAMENTE TUMULTUADA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Frigorífico não paga por qualidade
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mito!
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Existem no Brasil mais de 21 programas de bonificação por qualidade e rastreabilidade. Saber exatamente em qual se enquadrar para comercializar suas carcaças pode significar até 12% de acréscimo na renumeração sobre o valor da arroba.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Diagnósticos de doenças feitos durante o abate são falsos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mito!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Esses procedimentos são realizados pelo serviço de inspeção sanitária (federal, estadual ou municipal) dentro do frigorifico. Cabe a ele fazer o diagnóstico de doenças e emitir laudos sobre a carcaças condenadas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Não há padronização no toalete
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Verdade!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            No Brasil, essa realidade faz com que muitos pecuaristas tenham receio de abater seus animais em alguns frigoríficos. A ausência de padronização pode impactar em até 2% o rendimento de carcaça. Entender o padrão adotado por uma determinada indústria é crucial para a tomada de decisão sobre a venda de animais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A penalização são indevidas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mito!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As penalizações por peso, doença, idade ou acabamento são sempre tratadas de forma transparente e confiável, sempre que há boa parceria no relacionamento entre os pecuaristas e indústria.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O rendimento de carcaça no frigorifico é sempre justo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mito!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            É aconselhável que o pecuarista tenha sempre em mãos o histórico dos seus abates com a variação de rendimento de acordo com a categoria, dieta e jejum. Assim ele terá como saber exatamente qual a interferência dos abates em diferentes plantas frigorificas e tomar suas decisões.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O frigorifico é o cliente do pecuarista
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Verdade!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            É uma visão que poucos produtores possuem. Tratando o frigorifico como cliente, o pecuarista passa a entender suas necessidades de demandas viabilizando novas parcerias e melhores negociações.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             A suplementação do gado na fazenda melhora rendimento de carcaça
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Verdade!
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É comprovado que a qualidade da suplementação na fazenda tem impacto direto no rendimento e no acabamento de carcaça estrategicamente pode ser adotada no pasto, no cocho e no pré-abate.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A qualidade do acabamento de carcaça é insignificante no abate
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mito!
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além de aumentar o aproveitamento de cortes de valor agregado, a gordura de cobertura é importante para reduzir a quebra de frio (perda de peso das carcaças durante o armazenamento no frigorifico). Carcaças sem acabamento geram perdas significativas para a industrias. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para maiores esclarecimentos, dúvidas e sugestões,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="/contate-nos"&gt;&#xD;
      
           entre em contato conosco!
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                  
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           pecuaria eu produzo carne  pecbr artigos e noticias pec br
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2022-03-15-at-15.50.18-da58b6cb.jpeg" length="828130" type="image/png" />
      <pubDate>Tue, 15 Mar 2022 19:11:47 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.pecbr.com.br/precisamos-falar-da-relacao-pecuarista-x-frigorifico</guid>
      <g-custom:tags type="string">artigos e noticias pecbr,pecuaria br,qualidade de carne,pecbr,bonificação,Relação frigorifico x pecuarista,pec br,acompanhamento de abates,artigopecbr</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2022-03-15-at-15.50.18-da58b6cb.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2022-03-15-at-15.50.18-da58b6cb.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Relação entre a dentição bovina e a Bonificação da indústria frigorífica</title>
      <link>https://www.pecbr.com.br/relacao-entre-a-denticao-e-a-bonificacao-da-industria-frigorifica</link>
      <description>Devido as novas restruturações dos programas de bonificação das indústrias frigoríficas fica claro cada dia mais a necessidade de realizar o controle de idade dos animais através da troca das pinças. Este é um fator extremamente determinante para o pagamento das bonificações (R$/@) recebidas durante o abate pois é através deste método que o frigorífico consegue avaliar a idade das carcaças.
#pecbr</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           IMPORTÂNCIA DA IDADE DE BOVINOS E A BONIFICAÇÃO DA INDÚSTRIA FRIGORÍFICA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Devido as novas restruturações dos programas de bonificação das indústrias frigoríficas fica claro cada dia mais a necessidade de realizar o controle de idade dos animais através da troca das pinças. Este é um fator extremamente determinante para o pagamento das bonificações (R$/@) recebidas durante o abate pois é através deste método que o frigorífico consegue avaliar a idade das carcaças.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vamos discutir aqui alguns pontos para que o amigo pecuarista possa verificar melhor a idade de seus animais e correlacionar com o controle da fazenda. Para isso, precisamos primeiro entender como acontece a troca das pinças (dentes de leite) dos bovinos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Abaixo o demonstrativo que realizamos para exemplificar melhor:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tabela 01
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Comparativo da troca de pinças com as respectivas faixas de idade dos Zebuínos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/DENTES.png" alt="Comparativo da troca de pinças com as respectivas faixas de idade dos Zebuínos Dentição bovina" title="Comparativo da troca de pinças com as respectivas faixas de idade dos Zebuínos"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tendo estas informações em mãos o produtor pode começar a controlar a idade de seus animais através do romaneio de abate, sabendo exatamente a faixa etária que os animais estão sendo abatidos. Dessa forma poderá comparar com as informações coletadas na fazenda, levando em consideração que os animais irão receber as bonificações do frigorífico e do governo de acordo com a categoria abatida (Machos Inteiros, Castrados, Novilhas ou Vacas).
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           pecbr pecuaria caio rossato pec br panhamento de abates
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/contate-nos"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Pecbr+-+Acompanhamento+t%C3%A9cnico+de+abates+de+Certificadora.jpg" alt="acompanhamento de abate"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em caso de dúvida quanto a idade dos animais para definição de escala para abate, o pecuarista pode optar por “colocar a mão na massa” e verificar a dentição no tronco de contenção. É claro que é de extrema importância que o animal esteja muito bem contido e que todo cuidado seja tomado. Se o lote é padronizado por idade, sugerimos que faça uma verificação de 15 a 20%. Este controle vai auxiliar na tomada de decisão se os animais serão bonificados na indústria ou não, ou seja, se os animais podem “esperar” um pouco mais para serem abatidos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conclusão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Para tanto é importante que o pecuarista esteja atento e entenda quais as possíveis bonificações fornecidas e os critérios avaliados pela indústria. Conhecer a idade dos animais permite que o produtor tenha uma melhor tomada de decisão para aumentar o valor recebido pela arroba, podendo optar por diferentes estratégias de venda. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Artigo escrito pela PECBR Empresa especializada em performance e acompanhamento de carcaças
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Informações, dúvidas e sugestões:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="/contate-nos"&gt;&#xD;
      
           entre em contato!
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/carcaça-experience-curso-online" target="_blank"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Pecbr+-+Acompanhamento+t%C3%A9cnico+de+abates+e+Certificadora+%281%29.jpg" alt="curso pecbr"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/ARCADAJOVEM6400-de93dc63.jpg" length="271879" type="image/png" />
      <pubDate>Tue, 15 Mar 2022 14:20:02 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.pecbr.com.br/relacao-entre-a-denticao-e-a-bonificacao-da-industria-frigorifica</guid>
      <g-custom:tags type="string">acabamento de carcaça,Venda boi gordo,bonificação,pec br,acompanhamento de abates,Dentição bovina,artigopecbr</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/DENTES.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/ARCADAJOVEM6400-de93dc63.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Como garantir maior rentabilidade na negociação do Boi gordo</title>
      <link>https://www.pecbr.com.br/como-garantir-maior-rentabilidade-na-negociacao-do-boi-gordo</link>
      <description>Para auxiliá-los em sua tomada de decisão na hora da venda dos animais, vamos descrever aqui alguns fatores que podem interferir na rentabilidade final na negociação do Boi gordo.
#pecbr</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           DIFERENTES TIPOS DE COMERCIALIZAÇÃO NA PECÚARIA DE CORTE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/IMG_20200130_083429-c104143d.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             Cada dia mais com os custos de produção elevado, o produtor rural tem procurado diversificar cada dia mais as formas de negociar seus animais, para isso é importante que ele entenda seu sistema de produção e saiba exatamente qual tipo de animal ele esta produzindo e como pode negociá-los de maneira eficiente. Dentro destes fatores predominam a raça (genética), rendimento de carcaça, nutrição e o principal neste momento, a negociação dos animais. Para auxiliá-los em sua tomada de decisão na hora da venda dos animais, vamos descrever aqui alguns fatores que podem interferir na rentabilidade final do sistema de produção (venda do animal pronto).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             É importante também o produtor entender primeiro o que ele esta produzindo, esta produzindo carcaça (carne) ou boi vivo? Entender isso faz com que o produtor possa melhorar sua eficiência e qualidade do produto final, uma resposta de como ele pode aumentar o relacionamento com seu comprador (boi vivo) ou com o frigorífico (peso da carcaça) e assim estreitar suas relações e cada dia mais conseguir preços e negociações diferenciadas, podendo alcançar bonificações por qualidade, passando a entender que o frigorífico em si se torna seu cliente a ponto que essa relação se torna mais justa e rentável.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Primeiro, vamos citar alguns tipos de comercialização dos animais produzidos na fazenda para analisar o panorama como um todo:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1.    Venda no Peso Vivo “balança da fazenda”:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            nesta modalidade de venda o produtor rural faz a venda de seus animais na balança da fazenda, ela pode ser feita através do próprio frigorífico ou por algum intermediário, o rendimento de carcaça neste caso é pré-combinado, e vai variar de acordo com a categoria animal (Vaca, Novilha, Macho inteiro ou Macho castrado) e a dieta que esta sendo fornecida (semi-confinamento, confinamento, á pasto, etc.). O pagamento dos animais é realizado antes mesmo dos caminhões saírem da fazenda.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2.    Venda de Carcaça
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           : a venda da carcaça consiste na venda direta para o frigorífico em que o comprador de gado tem vínculo direto com a indústria e o rendimento de carcaça tem a variação direta de acordo com o tipo de suplementação fornecida (concentração da dieta e aditivos fornecidos) e fatores como genética/raça jejum  e entre outros que já discutimos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/contate-nos"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Pecbr+-+Acompanhamento+t%C3%A9cnico+de+abates+de+Certificadora.jpg" alt="rendimento de carcaça"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            E dentro desta modalidade podemos incluir as formas de pagamento que estão incluídas as vendas no prazo, boi a termo, á vista, etc.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sabendo das possibilidades de negociações o produtor pode optar pelas diferentes modalidades de vendas, é importante salientar somente para que a conta seja feita com cuidado e que cada valorização na arroba seja considerada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para entender melhor veja essa entrevista que concedemos no Canal do Boi que aborda muito bem esse assunto:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            pecbr pec br acompanhamento técnico de abates bovino bovina carne
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            INFORMAÇÕES, DÚVIDAS E SUGESTÕES:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="/contate-nos"&gt;&#xD;
      
           ENTRE EM CONTATO
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="/serviços"&gt;&#xD;
      
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          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/IMG_20200130_083429-09702abf.jpg" length="2439050" type="image/png" />
      <pubDate>Tue, 15 Mar 2022 14:07:34 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.pecbr.com.br/como-garantir-maior-rentabilidade-na-negociacao-do-boi-gordo</guid>
      <g-custom:tags type="string">acabamento de carcaça,animal castrado,Venda boi gordo,pec br,acompanhamento de abates,Dentição bovina,artigopecbr</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/IMG_20200130_083429.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/IMG_20200130_083429-09702abf.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Entendendo os Cortes de Carne  Americanos</title>
      <link>https://www.pecbr.com.br/entendendo-os-cortes-americanos</link>
      <description>Os cortes com nomes em inglês estão cada vez mais popularizados no nosso país, tendo alta procura em restaurantes e açougues. Há equivalencia em português? Que cortes eles realmente são ou fazem parte? Descubra nesse post!</description>
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/carcaça-experience-curso-online"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Pecbr+-+Acompanhamento+t%C3%A9cnico+de+abates+e+Certificadora+%281%29.jpg" alt="Curso Online Carcaça Bovina"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                  Cada país têm suas peculiaridades quanto ao modo que a carne bovina é produzida e comercializada, sendo um reflexo cultural, das exigências do mercado consumidor e de características específicas do sistema de produção¹. Observando em um geral, as diferenças entre os cortes bovinos americanos e brasileiros se dão principalmente ao fato de que os frigoríficos americanos processam os cortes bovinos de forma mais automatizada, e os brasileiros utilizam mais cortes manuais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                  Nos EUA, a carne é dividida ao longo do eixo de simetria em "metades", sendo seccionada através da espinha dorsal. Cada lado é dividido à metade entre as costelas 12º e 13º, essas secções são chamadas de quarto dianteiro e quarto traseiro. No Brasil, essa divisão é feita entre a 5º e 6º costelas e com os quartos separados, o corte mecânico é usado somente para separar as costelas, sendo que os demais cortes são feitos manualmente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                   Como a mão-de-obra nos EUA é tradicionalmente muito mais cara que de outros países, os cortes foram sendo adaptados para serem automatizados. Fatores históricos também interferem nesta questão, pois devido à colonização, a forma de trabalhar a carcaça e preparar as carnes americanas reflete muito a influência inglesa¹. Assim, podemos observar um aproveitamento bem diferente dos músculos e vários cortes com a presença de osso. Em nosso tipo de desossa, diferenças sutis em um mesmo músculo são utilizadas para criar cortes distintos, o que torna os cortes brasileiros mais rebuscados que os americanos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pelo sistema americano, as carcaças são divididas em oito porções principais, denominadas cortes “primários”, que você pode conferir na figura a seguir.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/27-1606482283.png" alt="Cortes Bovinos"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fonte: American Angus Association (Link: https://www.angus.org/pub/beefchart.pdf)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                Os cortes primários são: loin (região do lombo), brisket (peito), chuck (pescoço, acém e paleta), shank (perna/músculo), round (região traseira), short plate (região próxima à ponta de agulha e fralda), flank (fralda) e rib (costelas)². A partir destes oitos cortes principais surgem diversos cortes menores, conhecidos como “subprimários”. A carne vendida no varejo é normalmente rotulada pelo nome do corte primário e subprimário para identificação correta do consumidor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Conheça alguns cortes dessas regiões:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
               A região do peito do animal é conhecida como brisket. O brisket é normalmente vendido inteiro e possui poucos subcortes. Ele contém uma grande quantia de gordura, mas tende a ficar macio quando preparada lentamente. Essa peça tem ganhado fama aqui no Brasil, sendo que sua preparação pode levar até 18 horas em pits de defumação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                  O
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           shank
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            fica próximo ao brisket, acima das patas dianteiras do animal. Este corte possui altas quantias de colágeno. O shank é geralmente vendido inteiro, com o osso, mas também pode ser moído. Algumas vezes o shank também é vendido em um corte transversal, junto com o brisket.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                 O
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            chuck
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é toda a carne proveniente da região próxima aos ombros do animal. Os cortes podem ser vendidos como uma peça inteira ou em carne moída. Alguns subcortes vem conquistando o paladar do brasileiro como o shoulder steak.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                  O
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           rib
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é a região desde a espinha dorsal do animal. Costuma conter bastante marmoreio e é caraterizado por cortes macios, sendo utilizado para fazer na forma de steaks ou inteiros. Os cortes do rib que estamos mais familiarizados são: rib steak, ribeye steak, boneless ribeye roast, prime rib e o short ribs.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                 O
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           short plate
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é localizado abaixo das costelas, próximo à região do abdómen do animal. Este corte contém alguns ossos da costela, cartilagem e carne com bastante gordura. O skirt steak é um subcorte proveniente do short plate e o short ribs é composto das regiões do short plate + rib.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
               O lombo costuma ser dividido em short loin (região mais próxima das costelas) e sirloin (regiões mais próximas do traseiro). O short loin rende carnes mais macias que o sirloin, embora ambos sejam considerados cortes Premium. Do short loin são retirados cortes famosos para nós, como o tenderloin roast (peça próxima do contra-filé), filé mignon, T-bone steak e Porterhouse steak, strip steak e strip roast.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                O
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           flank
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é a parte oposta e inferior do lombo, conhecida como 'fralda'. O flank steak é o subcorte mais popular dessa região e pode ser encontrado facilmente nos mercados americanos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                O
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           round
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é a parte traseira do animal, incluindo sua anca e patas.  O round é normalmente vendido moído, com o nome de 'ground round, mas também há alguns subcortes inteiros para assar. Em geral, os cortes do round são cortes de bom custo- benefício e mais versáteis do mapa de cortes americanos. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Podemos observar que o esquema de cortes bovinos americano e brasileiro distinguem bastante, portanto a comparação entre os dois não é muito exata, gerando algumas dúvidas e discussões. Por isso para finalizar, preparamos para você uma relação de alguns cortes americanos que estão se popularizando em nosso país e qual seria o corte mais próximo para nosso tipo de desossa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/27-1606482456.png" alt="Cortes de carne"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Considerações PECBR:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Algumas praças e regiões do Brasil tem o costume de utilizar a nomenclatura americana, com isso, algumas pessoas acabam se confundindo sobre o que comprar, podendo assim prejudicar o poder de tomada de decisão. Portanto, é muito importante que estas nomenclaturas sejam avaliadas de forma consciente para gerar empatia com o consumidor para que ele possa comprar o produto de forma clara e transparente. Com as marcas que construimos abordamos o nicho de mercado com estudo minucioso para que possamos posicionar o cliente de forma mais eficiente possível.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           INFORMAÇÕES, DÚVIDAS E SUGESTÕES: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="/contate-nos"&gt;&#xD;
      
           ENTRE EM CONTATO
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="/serviços"&gt;&#xD;
      
           CONHEÇA NOSSOS SERVIÇOS
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/carnes-exoticas.jpg" length="296393" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 26 Jan 2022 19:12:54 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">cortes de carne</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/carnes-exoticas.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/carnes-exoticas.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Manual do Rendimento de Carcaça</title>
      <link>https://www.pecbr.com.br/manual-do-rendimento-de-carcaca</link>
      <description>O pecuarista de corte, independente da função que executa, seja cria, recria, engorda ou produção de genética tem como sua essência a produção de carne, podendo ser traduzida na forma de carcaça. Portanto a atividade tem seu desfecho no momento em que o animal é abatido, e é justamente neste desfecho que há uma grande polêmica que causa muita discussão e debate entre produtores e frigoríficos.</description>
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/contate-nos"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Pecbr+-+Acompanhamento+t%C3%A9cnico+de+abates+de+Certificadora.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      O pecuarista de corte, independente da função que executa, seja cria, recria, engorda ou produção de genética tem como sua essência a produção de carne, podendo ser traduzida na forma de carcaça. Portanto a atividade tem seu desfecho no momento em que o animal é abatido, e é justamente neste desfecho que há uma grande polêmica que causa muita discussão e debate entre produtores e frigoríficos. Portanto compilamos do acompanhamento técnico de abate de mais de 11.553 cabeças abatidas de cinco pecuaristas diferentes e assim, tentaremos esclarecer alguns pontos de como proceder para uma melhoria do rendimento de carcaça.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                 Pecuaristas que produzem carcaça devem se atentar muito a qualidade e de que maneira o rendimento de carcaça pode interferir nos parâmetros produtivos da propriedade. Vamos falar então quais são os fatores que podem o influenciar. Primeiro precisamos entender o que é uma carcaça. A carcaça corresponde ao animal abatido, sangrado, esfolado, eviscerado, desprovido de cabeça, patas, rabada, órgãos genitais externos, gordura perirenal e inguinal, ferida de sangria, medula espinhal e diafragma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                   Entendendo isso, o produtor que vende seus animais para o frigorífico terá que se preocupar em como melhorar a eficiência da deposição de carne e da diminuição do conteúdo TGI. Essa relação é expressa em porcentagem e se torna um índice de muita importância para a produtividade da fazenda.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Imagem 1.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Como calcular o rendimento de carcaça.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Sem+t%C3%ADtulo-2.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como podemos ver na imagem acima, o rendimento de carcaça é a relação entre o peso da carcaça produzida (frigorífico) e o peso vivo do animal na fazenda, expresso na forma de porcentagem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Separamos alguns fatores que podem afetar diretamente o rendimento de carcaça: Jejum, Categoria Animal, Dieta e Raça/Genética.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1.   Jejum
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um fator importante do manejo pré-embarque. O tempo de jejum antes da pesagem do animal vivo interfere diretamente no rendimento de carcaça, porém essa modificação se dá principalmente devido ao maior ou menor peso do animal vivo (quanto maior o tempo de jejum, menor o peso do animal vivo devido ao esvaziamento do trato gastrointestinal). Realizamos na tabela a seguir três cenários para ilustrar como o jejum pode modificar o rendimento de carcaça.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/carcaça-experience-curso-online"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Pecbr+-+Acompanhamento+t%C3%A9cnico+de+abates+e+Certificadora+%281%29.jpg" alt="Carcaça Experience curso online"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tabela 1.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Influencia das restrições hídricas e alimentares no rendimento de Carcaça
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                    Nesta tabela fica claro que o rendimento de carcaça pode ser manipulado através do jejum estabelecido na propriedade, portanto ele só se torna um parâmetro totalmente mensurável a partir do momento em que se mantém estabelecido dentro da propriedade, ou seja, quando o produtor não modifica o seu jejum. Assim o parâmetro de rendimento de carcaça pode ser facilmente mensurado para novas tomadas de decisão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                            Podemos perceber na tabela acima que os animais que são submetidos a uma restrição alimentar mais rigorosa (Cenário 2) possuem maior rendimento de carcaça, no entanto, o peso da carcaça não sofre alteração. Lembrando que nos cenários em que houve jejum, este não ultrapassou de 12 horas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O jejum pode se tornar prejudicial para o peso da carcaça se for maior que 24 horas para dieta hídrica e 72 horas da dieta sólida, portanto, é importante sempre observar no frigorífico se os animais possuem acesso e disponibilidade de água no curral.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Período Máximo para Jejum
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                  Comida: 72 horas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                  Água: 24 horas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2. Categoria Animal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
               Dentro da categoria animal podemos classificar como Machos Inteiros (MI), Machos Castrados (MC), Novilhas e Vacas. Dentro destas categorias os maiores índices de rendimento de carcaça são observados nos machos inteiros, seguidos dos castrados, novilhas e vacas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
               Para melhor entendimento de como a categoria do animal pode interferir no rendimento de carcaça separamos alguns resultados de diferentes categorias de animais confinados submetidos ao mesmo tratamento. Lembrando que são animais confinados que antes de serem embarcados são submetidos ao jejum alimentar (retira-se o último trato do dia anterior ao embarque).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tabela 2.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Influência da Categoria sobre o rendimento de Carcaça
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3. Dieta fornecida
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A dieta afeta também diretamente o rendimento de carcaça, tendo em vista que o desenvolvimento do trato gastrointestinal vai variar de acordo com a suplementação fornecida aos animais. Por exemplo, dietas com maior proporção de alimentos volumosos (principalmente a pasto) terão um maior desenvolvimento do rúmen. Considera-se então que quanto maior a participação de grãos na dieta, menor é o peso e tamanho do rúmen, por isso que os animais confinados tendem a ter maior rendimento de carcaça. Então, quanto maior a suplementação dos animais á base de concentrado e aditivo, maior o rendimento de carcaça.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Separamos na tabela 3 alguns de nossos resultados para demonstração do rendimento de carcaça, lembrando que o peso de embarque é padronizado, e todos os animais são da raça nelore:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tabela 3 -
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Influencia da Dieta sobre o rendimento de Carcaça de animais nelore em Jejum
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           4. Raça/Genética
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A definição da genética e do programa de seleção utilizado na propriedade é extremamente importante para que a partir da definição da estratégia utilizada do manejo alimentar o produtor saiba escolher exatamente a raça e a linhagem a ser utilizada na propriedade. Quando se utiliza raças de porte grande maior será o peso ao acabamento. Veja esta análise que fizemos em uma propriedade verificando 1421 animais, sendo 441 animais de raça ½ sangue Angus x Nelore e 980 animais da raça Nelore. Todos os animais estavam confinados e receberam o mesmo manejo alimentar, na tabela 4 trazemos algumas informações importantes:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tabela 4.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Influência da raça no peso de embarque e rendimento de carcaça
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Veja a importância do peso de acabamento dos animais (peso de embarque) para as diferentes raças, enquanto os animais da raça nelore estavam prontos com 476 Kg, os da raça angus, por exigirem maior peso ao acabamento foram embarcados com 554 Kg. Na tabela também podemos observar um maior rendimento de carcaça nos animais Angus.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No gráfico abaixo compilamos as informações de acabamento de carcaça, portanto, podemos perceber que os animais mestiços ½ sangue angus tiveram maior acabamento de carcaça em relação aos animais da raça Nelore.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Gráfico 1.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Comparativo do acabamento de carcaça Nelore x Angus
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/12-1579726439.png" alt="Acabamento de Carcaça Angus x Nelore"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O produtor deve estar atento a todos os aspectos que interferem o rendimento de carcaça para que este parâmetro seja utilizado eficientemente. Se o produtor não conhece o rendimento de carcaça de seus animais a tomada de decisão ficará mais difícil e poderá implicar certamente em prejuízos na rentabilidade das carcaças de seus animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           #acompanhamentodeabate #pecbr #qualidadedecarne #rendimentodecarcaça
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assista ao conteúdo relacionado no Canal da PecBR no Youtube:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/IMG_20210420_134833.jpg" length="329908" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 26 Jan 2022 18:57:12 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.pecbr.com.br/manual-do-rendimento-de-carcaca</guid>
      <g-custom:tags type="string">boas praticas,Venda boi gordo,Relação frigorifico x pecuarista,bem estar animal</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/IMG_20210420_134833.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/IMG_20210420_134833.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Rendimento de carcaça: Padronização do Toalete</title>
      <link>https://www.pecbr.com.br/padronizacao-do-toalete</link>
      <description>Como lidar com um problema que já é considerado crônico no país? Algumas associações e instituições tem buscado um caminho para assegurar a proteção do pecuarista no momento do abate. Viemos aqui trazer um pouco de reflexão sobre quais atitudes podem ser tomadas para que o produtor tenha respaldo e segurança no momento do abate.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O rendimento de carcaça sempre foi motivo de conflito na cadeia pecuária bovina: produtores reclamam do sistema de pagamento pelo animal abatido, com base no peso pós-toalete (limpeza da carcaça); frigoríficos argumentam que adotam procedimentos criteriosos, que podem ser conferidos in loco pelo produtor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
              A falta de um padrão nacional, contudo, dificulta a eliminação de arestas. Neste mês de maio, a questão voltou à pauta do GPB (Grupo Pecuária Brasil), que, ao lado da Universidade Federal do Tocantins (UFT), enviou um parecer técnico ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) reivindicando a publicação de uma instrução normativa sobre o tema, definindo claramente o que o frigorífico pode ou não retirar da carcaça.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
              O pedido respaldou-se em um levantamento realizado pela Universidade Federal do Tocantins (UFT) em pequenos frigoríficos do Estado, nos últimos 10 anos. Além de constatar desuniformidade de métodos de toalete no Brasil, a instituição calculou o que ela extrai da carcaça (apenas em gordura) e o que isso significaria em dinheiro. “Fizemos cálculos em vários estudos e chegamos a perdas altas, que merecem uma discussão dentro da cadeia e com o Ministério. O produtor tem direito de receber pelo que efetivamente entrega”, diz o pesquisador da UFT, José Neumann Miranda Neiva, que coordenou alguns desses estudos com carcaças e é um dos apoiadores do movimento “Levanta Cabeça”, criado por produtores de Araguaína há um ano. No documento entregue ao Mapa, os produtores pedem (enquanto não se tem regulamentação mais completa) o cumprimento da Instrução Normativa Nº 9, de maio de 2014, que define o que é carcaça bovina, e do decreto Nº 9.013, de março de 2017, que também trata do tema. Na prática, isso significaria remuneração pelo rendimento de carcaça quente integral (RCQI) ou peso pré-toalete, desejo acalentado também pelos produtores uruguaios.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
             Após muita disputa com a indústria de seu país, eles perderam a batalha, mas conseguiram do governo, em 2016, um “protocolo de dressing máximo” que detalha item por item o que pode (e como) ser retirado da carcaça. No Uruguai, o percentual de dressing, fiscalizado por técnicos do INAC (Instituto Nacional da Carne), varia de 6% a 8%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/contate-nos"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Pecbr+-+Acompanhamento+t%C3%A9cnico+de+abates+de+Certificadora.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                  Auditores do Mapa já se posicionaram, por meio de ofícios internos, contra excessos na toalete das carcaças no Brasil – retirada de parte da musculatura ventral do pescoço, do obturador interno (aranha) e do reto abdominal (pacu) –, mas os produtores reclamam que falta um posicionamento oficial do órgão de modo a coibir irregularidades. “Temos leis e portarias que nos resguardam quanto ao que é carcaça bovina. A retirada de certas gorduras e partes de músculos não consta de nenhuma delas, mas isso não é cumprido”, argumenta Oswaldo Furlan, fundador do GPB, grupo que reúne, junto com seus coligados, 14.533 pecuaristas de 17 Estados brasileiros e Distrito Federal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            PESQUISA MENSURA PREJUÍZOS
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
             A Universidade do Tocantins iniciou suas pesquisas com frigoríficos regionais há 10 anos, inicialmente para avaliar o reflexo de dietas bovinas sobre o peso e rendimento das carcaças. Os pesquisadores notaram, contudo, uma grande disparidade entre os resultados obtidos e os projetados, o que acabou levando à análise da toalete. Eles decidiram mensurar a quantidade de gordura extraída durante esse processo de limpeza, antes da pesagem das meias carcaças para pagamento ao produtor, e depois reconstruir o que chamaram de “carcaça integral” (sem toalete). José Neumann explica que, em algumas plantas,principalmente aquelas habilitadas para exportação, observou- se a retirada de até 15 kg (1@) de gordura durante a toalete antes da pesagem da carcaça. Se a IN 9 fosse seguida, o produtor teria ganhado R$ 150 a mais por boi (valor da @ em maio de 2019).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           RQC
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : Rendimento de Carcaça quente;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           RCQI:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Rendimento de carcaça quente integral;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           RG:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Recorte de Gordura.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            *Em pontos percentuais **Valor da @ a 150 em maio de 2019.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fonte:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            UFT.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Elaboração
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           : DBO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                     Nos estudos da UFT, não foram consideradas as gorduras perirrenal e inguinal, cuja exclusão da carcaça é autorizada pela Instrução Normativa Nº 9. Também não foram feitas avaliações de perdas de músculos (parte comestível da carcaça), embora observações indiquem que elas também podem chegar a 1@cab, segundo o professor. A gordura foi escolhida para a pesquisa porque é separada e destinada à fabricação de biodiesel, processo que facilitou sua pesagem.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                    Segundo Neumann, dados de massas musculares devem ser coletados em uma etapa mais avançada dos trabalhos. “Existe uma dificuldade para coleta desse tipo de informação, porque os frigoríficos restringem a entrada nas plantas a no máximo cinco pessoas. Seriam necessárias pelo menos 10 para avançarmos nisso”, contabiliza.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                     Os estudos da Universidade Federal do Tocantins foram realizados em quatro frigoríficos regionais: LKJ, Boi Brasil, Masterboi e o abatedouro municipal de Araguaína. Foram considerados os rendimentos da carcaça quente (RCQ) pós-toalete, pelo qual o produtor é pago, e o rendimento da carcaça quente integral (RCQI), antes da toalete de machos inteiros e novilhas. A diferença média entre os dois pesos, em seis estudos, foi de 9,26kg (veja tabela acima). Com a arroba R$ 150, chegasse ao valor médio de R$ 92,60 por animal abatido (R$ 111, no caso dos machos inteiros), que o produtor deixou de ganhar, considerando-se a definição de carcaça da IN 9. Mesmo não contabilizando a retirada somente de gordura, a diferença entre o RCQ e o RCQI foi de 2,19 pontos percentuais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                 De acordo com Neumann, os resultados comprovam que a frequente divergência entre os rendimentos de carcaça esperados e os rendimentos obtidos no abate não ocorre ao acaso, nem é fruto do hábito de “ reclamar do pecuarista”. De acordo com o documento entregue ao Mapa, “quando se compara os rendimentos de raças conhecidas mundialmente, como a Angus, os rendimentos obtidos no Brasil estão sempre abaixo dos obtidos em outros países, mesmo em condições semelhantes de manejo e alimentação.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                         Neumann pontua, ainda, que os sistemas de bonificação da indústria são uma espécie de “toma lá dá cá” nada favorável ao produtor. “Muitas vezes, o produtor vende seus animais para determinada indústria que lhe oferece R$ 5 a mais por arroba, mas, dependendo do padrão da toalete, ela recupera a bonificação com certa folga. Animais que dariam 53% de rendimento, dão 52%. É um ágio ilusório diz o pesquisador, garantindo que certos frigoríficos menores apoiam a definição de regras mais claras nessa área, pois acreditam que se tornarão mais competitivos frente aos grandes. “Esse pessoal paga menos, mas tem rendimento de carcaça melhor. O produtor precisa estar atento”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ACOMPANHAMENTO DE ABATE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
             Embora concorde com a necessidade de regulamentação do setor, Caio Rossato, fundador da Consultoria PECBR, especializada em acompanhamento de abates, diz que o produtor pode minimizar eventuais perdas na toalete se informando melhor sobre o padrão da indústria onde abate seus animais. “Os grandes frigoríficos têm protocolos de qualidade e especialistas de originação que acompanham o abate e conferem os padrões de toalete.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
             Tudo isso é passado com muita transparência para o pecuarista, que, em caso de divergência quanto ao protocolo estabelecido, pode ser ressarcido pelo desvio”, pontua Rossato. “Conhecendo bem o padrão de cada indústria, é possível tomar decisões de forma consciente e prever a real estimativa do rendimento”, acrescenta o consultor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           INFORMAÇÕES, DÚVIDAS E SUGESTÕES: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
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  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assista ao vídeo com conteúdo relacionado:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/toalete+2.jpg" length="45925" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 26 Jan 2022 17:31:39 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.pecbr.com.br/padronizacao-do-toalete</guid>
      <g-custom:tags type="string">qualidade de carne,Relação frigorifico x pecuarista,rendimento de carcaça</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/toalete+2.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/toalete+2.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Cor da gordura da carne, o que isso influencia?</title>
      <link>https://www.pecbr.com.br/cor-da-gordura-na-carcaca-o-que-isso-influencia</link>
      <description>Existem dois fatores que influenciam a cor da gordura bovina: a idade de abate do animal e a alimentação que ele recebeu. Por isso nem sempre que você identificar uma carcaça com gordura mais amarelada significará que é proveniente de um animal abatido mais velho. Bovinos alimentados a pasto tendem a apresentar a gordura mais amarelada, pois as pastagens contém um pigmento natural chamado de betacaroteno, o mesmo que dá cor às cenouras.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                              Existem dois fatores que influenciam a cor da gordura bovina: a idade de abate do animal e a alimentação que ele recebeu. Por isso nem sempre que você identificar uma carcaça com gordura mais amarelada significará que é proveniente de um animal abatido mais velho. Bovinos alimentados a pasto tendem a apresentar a gordura mais amarelada, pois as pastagens contém um pigmento natural chamado de betacaroteno, o mesmo que dá cor às cenouras. A carne dos animais a pasto apresenta o dobro de betacarotenos em relação aos animais alimentados com grãos.  
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para identificar animais mais tardios, observe a coloração da carne, pois esses animais tendem a apresentar a cor da carne mais escura, devido ao acumulo do pigmento vermelho da carne (chamado de mioglobina).
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/24-1593201975.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Veja abaixo o lote do acompanhamento técnico de abate no no protocolo Certificado PECBR em que as Novilhas foram terminadas no mesmo sistema de terminação e que também possuem a mesma idade, percebam a diferença na cor da gordura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/24-1593201889.png" alt="Cor da Gordura"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A escolha da carne não deve ser feita pela cor da gordura e sim pela sua procedência. Uma forma prática de fazer essa seleção é escolher carnes certificadas, tendo assim certeza da origem ou idade do animal, de acordo com a preferência. Nós da PecBR desenvolvemos o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            selo Carne a Pasto
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           que garante ao consumidor que o processo de produção da carne foi de animais terminados livres se alimentando de pastagem.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="http://carneapasto.com" target="_blank"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Pecbr+-+Acompanhamento+t%C3%A9cnico+de+abates+e+Certificadora.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Foto-4---Alta-Qualidade-64562a08.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assista ao vídeo dessa temática no youtube da PecBR
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           INFORMAÇÕES, DÚVIDAS E SUGESTÕES: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="/contate-nos"&gt;&#xD;
      
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    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="/serviços"&gt;&#xD;
      
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          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/carcaça-experience-curso-online"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Pecbr+-+Acompanhamento+t%C3%A9cnico+de+abates+e+Certificadora+%281%29.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/24-1593201889.png" length="1314560" type="image/png" />
      <pubDate>Wed, 26 Jan 2022 15:53:29 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.pecbr.com.br/cor-da-gordura-na-carcaca-o-que-isso-influencia</guid>
      <g-custom:tags type="string">qualidade de carne,bonificação,rendimento de carcaça</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/24-1593201889-988c5d04.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/24-1593201889.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Como a Classificação de Carcaça pode aumentar seu lucro na fazenda e no frigorífico</title>
      <link>https://www.pecbr.com.br/como-a-classificacao-de-carcaca-pode-aumentar-seu-lucro-na-fazenda-e-no-frigorifico</link>
      <description>A classificação e tipificação de carcaças é utilizada desde o ano de 1989 e foi implementada e regulamentada pelo MAPA pela portaria 612 deste mesmo ano, esse fato fez com que a indústria brasileira mensure os padrões de animais recebidos na indústria de forma regulamentada.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            A classificação e tipificação de carcaças é utilizada desde o ano de 1989 e foi implementada e regulamentada pelo MAPA pela portaria 612 deste mesmo ano, esse fato fez com que a indústria brasileira mensure os padrões de animais recebidos na indústria de forma regulamentada. Um grande marco para a pecuária brasileira, e com certeza se a ferramenta for bem utilizada e analisada podemos ter grandes benefícios tanto dentro da porteira (Fazenda) quanto fora (indústria/varejo).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
               
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            A classificação da carcaça fará o agrupamento por classes produtos de características semelhantes e a tipificação a diferenciação entre as classes em determinados tipos ou padrões previamente estabelecidos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Abaixo os critérios de classificação e tipificação da carcaça bovina utilizados no Brasil:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Classificação de acabamento de Carcaças regulamentada pelo MAPA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/kkk-274334ea.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tipificação da cronologia dentária de carcaças regulamentado pelo MAPA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/DENTES.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sabendo da existência da ferramenta, vamos citar aqui os maiores benefícios tanto dentro da fazenda, quanto fora da porteira. Serão 5 benefícios da classificação e tipificação de carcaças para o mercado brasileiro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           BENEFÍCIOS PARA A FAZENDA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            PADRONIZAÇÃO DOS ANIMAIS ENVIADOS AO FRIGORÍFICO
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
              Todo mundo sabe o quanto a deposição de gordura na carcaça é um parâmetro importantíssimo para ser avaliado no momento da engorda dos animais. Este parâmetro quando avaliado contribui diretamente na eficiência da engorda dos animais e assim uma maior eficiência da carcaça para envio dos animais ao frigorífico, e também evitará possíveis desconfortos ou desclassificações no momento do abate, sem falar que hoje existem inúmeros frigoríficos que premiam pela qualidade e acabamento das carcaças, portanto, entender o parâmetro que sua fazenda está produzindo e tomar as medidas necessárias para aumentar sua valorização na @ será fundamental.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Veja abaixo um exemplo de vacas com perfil de acabamento indesejado para a indústria e com penalização de R$20,00/@ no abate:
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/15-1582315580.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/contate-nos"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Pecbr+-+Acompanhamento+t%C3%A9cnico+de+abates+de+Certificadora.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            VERIFICAÇÃO DA ERA DOS ANIMAIS
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Através da cronologia dentária avaliada pelo frigorífico, o pecuarista consegue mensurar a idade dos animais que está enviando ao frigorífico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Imagem 4 – 95% dos animais classificados entre 0-2 dentes (Até 24 meses de idade)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/15-1582315607.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            IMPACTOS DE BOAS PRÁTICAS DE MANEJO
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com a classificação e mensuração dos hematomas e lesões acometidos nas carcaças e das reações vacinais conseguimos ajustar realmente o manejo dentro da porteira para que práticas que possam estar prejudicando o rendimento de carcaça possam ser reavaliados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             CONHECIMENTO SOBRE A EFICIÊNCIA NO TRANSPORTE
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
              A classificação dos hematomas e sua localização vai contribuir para que o pecuarista saiba quão prejudicada foi a carcaça por lesões acometidas no transporte.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            MELHOR VENDA FUTURA
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com a classificação e tipificação das carcaças em mãos, o pecuarista pode compilar estes dados e a partir daí tomar a decisão de novas vendas para o frigorífico ou até mesmo melhorar o preço pago na @ ajustando sua venda de acordo com o padrão enviado ao frigorífico, encontre o nicho, e venda sua carcaça
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
             Portanto, o pecuarista deverá ficar atento para a qualidade da matéria-prima enviada ao frigorífico para que possa ajustar novas vendas ou até mesmo adotar novas práticas na fazenda tanto de engorda quanto de manejo racional.   
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           BENEFÍCIOS PARA A INDÚSTRIA FRIGORÍFICA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            PADRONIZAÇÃO DA MATÉRIA PRIMA RECEBIDA
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
              Com a tipificação e a classificação de carcaças o frigorífico consegue mensurar exatamente quais os possíveis impactos da carcaça recebida na desossa e criar estratégias de aproveitamento na desossa e de percas na indústria e criar sua padronização. Ou seja, qual será o padrão de produtividade industrial após o abate e rendimento de desossa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/15-1582315710.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                                     Imagem: No
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           vilhas Braford com 70% de acabamento mediano e 30% uniforme
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ATENDIMENTO A NICHOS DE MERCADO
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se o frigorífico respeitar criteriosamente as normas de classificação e tipificação e atuar de maneira estratégica após o abate, consegue realizar vendas direcionadas para nichos de mercado que absorvam cada tipo de carcaça recebida na câmara-fria.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            PAGAMENTO MAIS JUSTO SOBRE O VALOR DA @
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante o abate é possível que o frigorífico crie programas de fomento pecuário para beneficiar carcaças dentro do padrão estabelecido ou até mesmo penalizar carcaças que possam prejudicar sua produtividade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Veja abaixo um exemplo de animais com acabamento ausente, resultando em um contra-filé sem acabamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/15-1582315787.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            EFICIÊNCIA DE TRANSPORTE DOS ANIMAIS
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se o frigorífico classificar os pontos de hematomas e lesões das carcaças consegue saber exatamente se terá que corrigir ou capacitar funcionários envolvidos tanto no transporte quanto do manejo de curral do frigorífico, fazendo isso a indústria aumenta a produtividade e aproveitamento de cortes cárneos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            MAIOR RENTABILIDADE DA DESOSSA
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sabendo exatamente qual o nível de matéria-prima da carcaça que a indústria está recebendo o frigorífico poderá buscar de maneira objetiva melhores mercados para o frigorífico. Tendo de maneira clara as metas de aproveitamento na desossa e rendimento industrial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para que o frigorífico possua maior rentabilidade industrial e comercial terá que implementar a classificação e tipificação de carcaças e assim saber utilizar a ferramenta a seu favor. Conhecer os parâmetros e tomar as decisões corretas é fundamental para um melhor planejamento industrial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           INFORMAÇÕES, DÚVIDAS E SUGESTÕES: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="/contate-nos"&gt;&#xD;
      
           ENTRE EM CONTATO
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="/serviços"&gt;&#xD;
      
           CONHEÇA NOSSOS SERVIÇOS
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vídeos Relacionados no Canal da PecBR no Youtube:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/IMG_20210414_130421-32dc6c12.jpg" length="834261" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 26 Jan 2022 15:00:06 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.pecbr.com.br/como-a-classificacao-de-carcaca-pode-aumentar-seu-lucro-na-fazenda-e-no-frigorifico</guid>
      <g-custom:tags type="string">Venda boi gordo,classificação e tipificação,rendimento de carcaça</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2021-10-08+at+16.16.21.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/IMG_20210414_130421-32dc6c12.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Manual do Planejamento de embarque bovino em 3 etapas</title>
      <link>https://www.pecbr.com.br/manual-do-planejamento-de-embarque-em-3-etapas</link>
      <description>Confira as práticas que se adotadas, irão facilitar muito a sua vida na fazenda e no momento de embarque</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Práticas adotadas que irão facilitar muito sua vida na fazenda e no momento do embarque
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                       O embarque dos animais para o frigorífico é um ponto crucial que vai influenciar diretamente no desempenho de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           rendimento de carcaça
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           eficiência de manejo na propriedade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Sabendo disso, resolvemos fazer um resumo dos principais fatores que vão impactar diretamente para que o pecuarista além de ter manejo de embarque eficiente, tenha um embarque consciente. Seguindo estes passos você terá sucesso e conseguirá evitar possíveis falhas na operação, não vamos aqui discutir aspectos de boas práticas e sim planejamento para que assim seja evitado possíveis impactos no rendimento de carcaça.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                       Primeiro ponto a ser considerado é que o pecuarista terá que avaliar quantos animais estão realmente aptos para o abate e se estão de acordo com os padrões estabelecidos para o frigorífico, e assim ligar para o frigorífico e iniciar sua cotação. Assim que combinar um preço e escala deverá iniciar sua programação, mas antes de confirmar a escala do abate no frigorífico terá que levar alguns pontos em consideração, a condição da estrada na fazenda e os possíveis gargalos na carga dos animais e manejos no mangueiro (programação da fazenda) para assim saber com a equipe da fazenda se o embarque poderá ser realizado no dia combinado com o frigorífico. Verificado e confirmado a escala, se preparar para o embarque sabendo qual o manejo de fechamento dos animais que a propriedade realiza, tempo de jejum, retirada de trato e outros fatores que são combinados como procedimento de embarque da fazenda. Lembrando que qualquer alteração nestes fatores vai interferir diretamente no rendimento de carcaça.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1° ETAPA: DIA QUE ANTECEDE O EMBARQUE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            CONFERÊNCIA DA CONDIÇÃO E IDADE DOS ANIMAIS DO EMBARQUE
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para não acontecer surpresas no momento do embarque é importante que o pecuarista tenha verificado se os animais estarão realmente aptos para o embarque, se não nenhum animal ferido ou que não tenha condições de ser embarcado e também já saber a ERA (Idade) que os animais possuem para emitir as GTAS e NFs e se estes estão realmente prontos (gordos) para o abate.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            EMISSÃO DE DOCUMENTOS
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muitos produtores possuem escritórios de contabilidade que já emitem as NFs para a fazenda, assim, importante avisar o escritório com antecedência ou se o produtor é habilitado na lista trace avisar a certificadora para que eles possam também se programar e assim passar as informações do abate como, I.E (inscrição estadual) do frigorífico, e também saber as possíveis habilitações dos animais (Lista Trace, Novilho Precoce, China, Bopriva e/ou lista geral) e como essas informações terão que ser inseridas na GTA e NF, para saber essa informação basta ligar para o comprador e tirar suas dúvidas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Obs.: No caso do Bopriva (Imunocastração sempre validar com o frigorífico se o protocolo é aceito e emitir o laudo para que e assim a via original possa viajar com o caminhoneiro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            GERENCIAMENTO DA EQUIPE DE MANEJO
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Saber se a equipe de campo está completa e se terá condições de fechar os animais e embarcar em tempo hábil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            COMO ESTAVA O CONSUMO NA DIETA E O SCORE CORPORAL DOS ANIMAIS
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      Foi realizado a retirada do trato conforme sempre estabelecido na propriedade? Foi realizado o fechamento dos animais conforme o padrão da fazenda? São perguntas muito importantes que o pecuarista saiba para que possa ter um parâmetro justo do seu rendimento de carcaça, principalmente se optou em realizar uma venda que não costuma realizar. O score corporal dos animais estava como o esperado? Saber isso vai te dar um parâmetro de como os animais podem ser classificados no momento do abate.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2° ETAPA: DIA DO EMBARQUE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            REUNIÃO DA EQUIPE DE CAMPO ANTES DO EMBARQUE
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse é um ponto crucial para maior agilidade do embarque, a equipe de campo deverá ser direcionada para qual a posição que cada um vai ocupar e como o embarque deverá ser conduzido, conferindo assim também a qualidade das instalações do mangueiro, da infraestrutura da balança e tronco de contenção para que não tenha nada que possa atrapalhar o manejo ou até mesmo causar ferimento nos animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            PESAGEM, BOAS PRÁTICAS E O QUE EVITAR NO MANEJO DOS ANIMAIS
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Algumas tomadas de decisões e atitudes dentro do manejo de embarque fazem a total diferença para o melhor fluxo de embarque dos animais, algumas dicas que podem facilitar muito a vida da fazenda e evitar que os animais se estressem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/contate-nos"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/Pecbr+-+Acompanhamento+t%C3%A9cnico+de+abates+de+Certificadora.jpg" alt="abate bovino"/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1ª DICA: PESAR OS ANIMAIS E DEPOIS EMBARCAR.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma dica importante, principalmente porque sabemos que os bovinos são animais gregários (animais que vivem em bandos ou em grupos) e para que o manejo e fluxo de embarque ocorra de maneira rápida, a melhor maneira é visualizando outros animais á sua frente. Portanto faça primeiro a pesagem dos animais separadamente, após a pesagem passe os animais separando pelo compartimento de carga do caminhão que receberá os animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2ª DICA: EVITAR GRITARIA, CORRERIA E CACHORRO DURANTE O MANEJO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não precisamos de treinamentos complexos ou de consultorias especializadas para saber que isso facilita e muito a tranquilidade dos animais no curral e também diminui os riscos de acidente no trabalho e o nível de stress dos funcionários. Cachorros só são bem-vindos se possuem comportamento adequado no local e respeitam o manejo dos animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3ª DICA: NÃO UTILZAR OBJETOS PARA “CUTUCAR” OS ANIMAIS, ENTENDA COMO O ANIMAL SE COMPORTA E SEJA RACIONAL
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           4ª DICA: NÃO UTILIZE CHOQUE A TODO MOMENTO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O choque no embarcadouro e no mangueiro só deverá ser utilizado se os animais em casos extremos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nota:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O choque bem regulado (voltagem certa) não causa ferimento e nem dor nos animais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           5ª DICA: SE ALGUÉM MALTRATAR OS ANIMAIS, TOME ATITUDE.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Lembre-se que você é responsável pelo que você produz, os maus tratos nos animais além de causar percas produtivas no abate/fazenda tem um peso enorme na conduta ética sobre aquilo que produzimos, faça a sua parte, alimente as pessoas com responsabilidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           6ª DICA: EVITAR QUE PESSOAS MAL TREINADAS OU QUE NÃO ESTEJAM APTAS FÍSICA E MENTALMENTE MANEJE OS ANIMAIS.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sabemos que é comum em propriedades rurais a falta de instrução e treinamento, o responsável da fazenda deverá identificar isso e selecionar os colaboradores para as funções adequadas de cada um, diminuindo a possibilidade de um funcionário se machucar ou machucar algum animal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/14-1581260065.jpeg" alt="embarque bovino"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É possível observar dois erros na imagem: O cachorro atrapalhando o fluxo de embarque ao latir para os animais no embarcadouro e o caminhoneiro dando choque mesmo com os animais seguindo o fluxo de embarque.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ACOMODAÇÃO DOS ANIMAIS NO CAMINHÃO
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste sentido, o pecuarista deverá liberar para o embarque somente a quantidade correta para cada compartimento do caminhão 6 EM 6, 7 EM 7. Vai depender de cada compartimento de carga.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            FINALIZAÇÃO DO EMBARQUE E CONFERÊNCIA DA CARGA
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Depois de finalizar a acomodação dos animais o pecuarista deverá iniciar alguns procedimentos para ter segurança tanto no parâmetro de rendimento de carcaça quanto na boas-práticas:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ANOTAR TEMPO DE JEJUM
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Anotar sempre o tempo em que os animais ficaram fechados no mangueiro e o tempo que iniciaram a pesagem e o horário da pesagem e assim verificar se está de acordo com o padrão da fazenda.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            CONFERIR AS CARGAS E AGUARDAR 15-20 MINUTOS.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Conferir a carga juntamente com os caminhoneiros para verificar se há algum animal incapacitado de seguir viagem e se a quantidade embarcada está correta, aproveite para conferir a documentação de transporte (GTA, NF, MODELO A/B, e outros).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Veja que neste período de conferência da documentação os animais se acomodam no caminhão e ficam mais seguros de seguir viagem. Veja o vídeo comprovando isso:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            MINUTA DE EMBARQUE É UM DOCUMENTO
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ao realizar toda a conferência de carga e documentação, o responsável da fazenda deverá assinar a minuta de embarque com as respectivas cargas e algumas informações do embarque. Neste momento o pecuarista deverá ter
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           muita atenção ao assinar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , pois a minuta de embarque torna-se um documento caso ocorra alguma divergência da chegada dos animais no frigorífico e no momento do abate, ele também comprova a saída dos animais da fazenda e pode demonstrar possíveis falhas do manejo de embarque e da contenção dos animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
              PÓS EMBARQUE
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Caminhões já no trecho, aproveite para ligar para o frigorífico e avisar a saída dos caminhões já passando possíveis orientações de aparte ou até mesmo com relação a alguma documentação de chegada dos animais no frigorífico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3° ETAPA: DIA DO ABATE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            VERIFICAR SE OS ANIMAIS ESTÃO BEM ACOMODADOS NO CURRAL
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/a94d240b/dms3rep/multi/gsdg.png" alt="bem estar animal"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            CONFERIR O APARTE DOS ANIMAIS NO FRIGORÍFICO
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Após a chegada dos animais no frigorífico o responsável deverá verificar se o aparte está correto, para isso é muito importante ter sempre em mãos as informações de pesagem e relação de aparte para realizar a conferência de rendimento de cada lote ou da categoria a ser mensurada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ACOMPANHAR O ABATE
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Realizar o acompanhamento para verificação do correto aparte e do impacto ou incidência de hematomas na carcaça, importante neste momento saber exatamente se os hematomas presentes na carcaça foram acometidos no embarque ou transporte.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h5&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A PECBR é uma empresa referência em acompanhamento e performance de carcaças bovinas, entre em contato conosco e otimize seus resultados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h5&gt;&#xD;
  &lt;h5&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h5&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           INFORMAÇÕES, DÚVIDAS E SUGESTÕES: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="/contate-nos"&gt;&#xD;
      
           ENTRE EM CONTATO
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="/serviços"&gt;&#xD;
      
           CONHEÇA NOSSOS SERVIÇOS
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vídeo Relacionado no canal da PecBR no Youtube:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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      <pubDate>Wed, 26 Jan 2022 14:15:33 GMT</pubDate>
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