IMAGINA SUA EMPRESA CRESCER +40% EM UM ANO?

Luana Deco

IMAGINA SUA EMPRESA CRESCER +40% EM UM ANO?

Em 2025, o Brasil bateu recorde de exportação de carne bovina. Segundo os dados Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), foram o 3,50 milhões de toneladas, um incremento de 20,9% em relação ao ano anterior. Já volume exportado movimentou US$ 18,03 bilhões, cerca de 40,1% a mais do que o faturado em 2024.


As exportações brasileiras de carne bovina alcançaram mais de 170 países, considerando todas as categorias de produtos, como carne in natura, industrializados, miúdos, tripas, gorduras e itens salgados. Esse amplo alcance internacional reflete a diversificação dos mercados e o fortalecimento da presença do Brasil no cenário global.


Dentro desse contexto, a carne bovina in natura se destacou como o principal produto exportado, somando 3,09 milhões de toneladas. O volume representa um crescimento de 21,4% em relação ao ano anterior e resultou em uma receita de US$ 16,61 bilhões.
 
Na comparação com 2024, as exportações brasileiras de carne bovina apresentaram crescimento na maior parte dos principais mercados. Destacam-se os avanços para a União Europeia, com alta de 132,8%, e para o Chile, que registrou aumento de 29,8%. A China ampliou suas compras em 22,8%, enquanto os Estados Unidos tiveram crescimento de 18,3%. Também chamam atenção os aumentos expressivos em mercados como Argélia (+292,6%), Egito (+222,5%) e Emirados Árabes Unidos (+176,1%).


Esse desempenho acompanha a distribuição dos principais destinos em 2025, liderada pela China, responsável por 48% do volume total exportado. O país importou 1,68 milhão de toneladas, somando US$ 8,90 bilhões. Na sequência, aparecem os Estados Unidos, com 271,8 mil toneladas e US$ 1,64 bilhão.


Outros mercados relevantes incluem Chile (136,3 mil toneladas; US$ 754,5 milhões), União Europeia (128,9 mil toneladas; US$ 1,06 bilhão), Rússia (126,4 mil toneladas; US$ 537,1 milhões) e México (118 mil toneladas; US$ 645,4 milhões), reforçando a diversificação dos destinos da carne bovina brasileira.
 

 


 



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